-

Instantâneos (131): entre eclipses banais e cometas ameaçadores
Há 114 anos, os portugueses também andavam de nariz no ar para ver o sol a ser misteriosamente coberto perante os seus olhos. Apesar de ter suscitado muita curiosidade, longe iam já os tempos em que o povo se deixava impressionar ou atemorizar com tais fenómenos, até porque outros dois eclipses tinham sido visíveis na…

-

Instantâneos (130): as rosas imortais e os espinhos de Plantier
Muitos naufrágios deram-se por puro desleixo no tratamento das naus que transportavam as preciosas especiarias trazidas do Oriente. Em boa parte, muitas perderam-se devido a um suspeito esquema de manutenção inventado em Itália e que os portugueses adotaram cegamente, por pura ganância.

-

A ponte que desabou depois de ter sido vendida
António de Campos Valdez era um hábil negociador e tudo fazia para trazer benefícios para a sua terra. Em 1883 convenceu a Junta Geral do… Read more.
-

Crónica policial (10) O último quadro de Josefa Greno
Lisboa, 26 de junho de 1901 Um crime sensacional! Foi com este título que o Diário Illustrado captou a atenção dos seus leitores para um… Read more.
-

A luta inglória do galeão Santiago
Sozinho, deficientemente armado e pouco ágil, de tão carregado com as maiores riquezas que se podiam obter no Oriente. O galeão Santiago aparentava ser presa… Read more.
-

Pela imprensa (33): santos da lata não fazem milagres
Qual seria a admirável composição desta Farinha Santa, que lhe conferia, segundo apregoava o fabricante, eficácia contra tosses, bronquites e os tão temidos esfalfamentos? Só… Read more.
-

Crónica policial (9) O Rã e o Grilo tramaram o José “Gato”
Lisboa, julho de 1906 José Pires Gonçalves tem apenas 14 anos e é já um criminoso conhecido na cidade de Lisboa. À sua conta tem… Read more.
-

O melhor hotel para AVIZtar ricos e famosos
O sonho do mais luxuoso hotel de Lisboa esfumou-se em apenas 30 anos. Foi pouco, mas o suficiente para ficar na história dos colunáveis do… Read more.
-

O crime que manchou a Páscoa de há 100 anos
Há exatamente 100 anos, Lisboa acordava para a inesperada morte de uma conhecida atriz de teatro. O caso apaixonou a opinião pública, que seguiu avidamente… Read more.
-

Instantâneos (129): A culpa é da querena à italiana
Muitos naufrágios deram-se por puro desleixo no tratamento das naus que transportavam as preciosas especiarias trazidas do Oriente. Em boa parte, muitas perderam-se devido a… Read more.
-

Os mortos de Algalé
O monumento conta a tragédia que ali ocorreu em novembro de 1833, mas tem gravados nomes que, soube-se mais tarde, conseguiram escapar com vida ao… Read more.
-

Mazagão, a cidade que atravessou o oceano
Se, de repente, uma cidade deixa de ser relevante e, em simultâneo, precisamos de povoar outro local, porque não transferir essa cidade para a… Read more.




Cristiana Vargas
“Se a vida te dá limões, não te limites a fazer limonada”
Outras histórias

1912 acontecimentos agricultura alentejo anúncio arte brasil cidade do porto coisas de outros tempos crianças crime Crónica policial d. carlos d. luís Estado Novo guerra história i grande guerra imprensa incêndio Instantâneos início do século xx lisboa mar margem sul moda monarquia morte mulher naufrágio património pessoas pintura portugal praia Primeira República publicidade república rio sado salazar sec.xix setúbal Teatro tejo

-
Instantâneos (131): entre eclipses banais e cometas ameaçadores
Há 114 anos, os portugueses também andavam de nariz no ar para ver o sol a ser misteriosamente coberto perante os seus olhos. Apesar de ter suscitado muita curiosidade, longe iam já os tempos em que o povo se deixava impressionar ou atemorizar com tais fenómenos, até porque outros dois eclipses tinham sido visíveis na…
-
Instantâneos (130): as rosas imortais e os espinhos de Plantier
Poderá algo tão efémero como flores deixar uma impressão tão duradoura que permaneça mais de um século após a morte do seu criador, cujo nome já ninguém conhece? Em Almada, quem passa na rua Rosas do Pombal decerto nunca ouviu falar do cultivador dessas famosas rosas e ignora que a fama destas rivalizava com as…
-
A ponte que desabou depois de ter sido vendida
António de Campos Valdez era um hábil negociador e tudo fazia para trazer benefícios para a sua terra. Em 1883 convenceu a Junta Geral do Distrito a comprar a ponte que a Câmara Municipal de Alcácer tinha construído. O problema é que, meses depois, a estrutura estava derrubada e o Estado ficou sem dinheiro e…

