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Há quatro anos encontrei a solução para aliar o meu ímpeto para a escrita, a minha paixão pela história e a enorme curiosidade de jornalista que, no íntimo, nunca deixei de ser.

Hoje, mantenho a mesma vontade de saber mais, de conhecer e de contar os episódios do passado com que me vou cruzando e que captam a minha atenção.

Percebi que a realidade é, genericamente, o melhor enredo que se pode escrever e que, por vezes, é tão extraordinária que mais parece ficção.

Continuo, felizmente, a encantar-me e a emocionar-me com as personagens que descubro – ou que me descobrem – e com as suas vidas:  trágicas, heroicas ou simplesmente, cómicas. Quanto menos exploradas e conhecidas, melhor!

O sal da história é hoje uma parte importante da minha vida, da minha sanidade mental e da minha satisfação intelectual.

Para isso também contribuem – muito – as reações dos leitores: atentas, interessadas, pertinentes, motivadoras e – agradeço profundamente – sempre em crescendo desde 2017.

Tenho “clientes” de sempre, mas também muitos novos aderentes que se tornaram fieis. 

A todos e todas, o meu muito obrigada!

Cristiana Vargas

 

 

22 responses to “”

  1. Felicito pelo excelente trabalho: investigar, escrever e partilhar são esteios fundamentais da nossa vida, para quem se interessa por temas da História, nas suas diversas dimensões. Leio sempre com muito interesse os trabalhos que publica. Muitos parabéns! E que continue por muitos anos, para nosso deleite.AAG

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    1. Muito obrigada pelo comentário e por todos os comentários. O retorno dos leitores é essencial para saber que estou no caminho certo.

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  2. Adoro o seu blog!Recebo no meu e-mail e paro tudo para ler!Obrigada,Juliana

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    1. Muito obrigada! Eu é que tenho de agradecer a fidelidade e o comentário.

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  3. Muitos parabéns, Cristiana!O que AG escreveu no seu comentário reflecte perfeitamente o que sinto em relação aos cativantes textos do seu blogue.É verdade, a realidade frequentemente supera a ficção. O que às vezes muda tudo é a perspectiva e a maneira como ela é descrita. E a Cristiana tem esse dom de conseguir realçar o que de mais interessante e cativante encontra em cada episódio de tempos passados.Ultimamente tenho vindo menos aqui comentar, mas não é por falta de interesse, é… a vida, pois continuo a ler com interesse os seus posts sempre que posso.Obrigado e que continue a brindar-nos por muito tempo com as pérolas deste seu blogue.Miguel

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    1. Fico muito agradecida pelos simpáticos comentários e também pelas achegas e sugestões que faz e que me são muito úteis. Eu também gostaria de dedicar mais tempo ao blog, mas a vida nem sempre o permite. Apesar de tudo, sou uma privilegiada por conseguir manter este passatempo que tanto prazer me traz. Obrigada, uma vez mais!

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  4. Parabéns pelo 4º aniversário do seu magnífico blog.Muito obrigada pelo excelente trabalho que tem desenvolvido no estudo/investigação e publicação sobre a história local.Votos de longa vida ao blog e à sua autora.Um grande abraço antónia

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    1. Muito obrigada, minha amiga! Agradeço também as numerosas dicas e ideias que já me forneceu e que resultaram em posts, bem como os simpáticos comentários. Um abraço!

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  5. Parabéns, e que conte muitos!

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    1. Muito obrigada! Muito obrigada também pelos numerosos comentários e questões colocadas e que me ajudam a ir mais além na busca de informação. Tenho pena de não conseguir retribuir devidamente no vosso espaço. Longa vida também para o vosso!

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      1. Mas… isto tem de se dar uma prenda, não é? Vamos a isso!Muitos brasões em Portugal têm representado um barco. Contudo, e de um modo geral, esses barcos OU representam a ligação simbólica da povoação aos cursos de água, OU uma lenda local (e.g. o caso de Lisboa, com a barca que trouxe São Vicente para a cidade). Assim sendo… qual é o caso de Alcácer do Sal? A cidade já tem lá essa barca há pelo menos uns 200 anos, mas ela pertence ao primeiro ou segundo caso?

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      2. Olá! Pois, segundo sei, a presença de uma embarcação, neste caso uma caravela, nas “armas” de Alcácer do Sal é até anterior. Penso que a representação mais antiga é do século XVI (1592) e está presente num painel de azulejos existente num fontanário desta cidade, no antigo largo Aragão Mascarenhas, atual largo Dr. Francisco Gentil, Segundo penso saber, esta caravela simboliza a ligação de Alcácer do Sal ao comércio marítimo e aos Descobrimentos, nomeadamente devido ao porto comercial que possuía e ao facto de muitas caravelas terem sido construídas com madeira dos pinhais de Alcácer do Sal.Não sei se respondi…Obrigada!

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      3. Sim, foi mais ou menos isso que também descobrimos, quando fomos ver as ‘armas’ da cidade – nesse vosso caso, aí de Alcácer do Sal, a barca é simbólica, não encontrámos qualquer lenda por detrás dela!

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      4. Cada um tem a barca que merece

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  6. E eu gosto imenso de os ler e aprender. Aguardo sempre pelo próximo! Obrigado.

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    1. Eu é que agradeço! Eu também aprendo muito, na pesquisa para os textos e com os meus leitores. Muito obrigada!

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  7. Parabéns!

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  8. Muitos parabéns!!! Embora ao longo dos anos me cultive, tire dúvidas ou simplesmente me deleite pela sua escrita, só hoje subscrevi o seu Blog. Muito obrigada.* Deixo-lhe este link que completa o seu magífico trabalho de investigação sobre os nossos pescadores de bacalhau.https://www.youtube.com/watch?v=UwMggFsVPy0

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    1. Muito obrigada! Obrigada por ler e obrigada por subscrever. Obrigada ainda pelo link, que vou ver com atenção.

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  9. As histórias das suas investigações fazem-me rir, chorar, delirar, enraivecer, encorajam-me….enfim um mar de emoções.Vou-lhe dar um conselho que com certeza já pensou e já negou mas é algo que eu gostaria imenso: publique tudo o que aqui escreveu num livro, não por motivos de maior reconhecimento/comercialização (estes parâmetros nunca estiveram em questão, nem em mim e, tenho a certeza, nem em si), mas um livro é sempre um livro e com certeza que, como arquivista, me compreende como ninguém.Não me atrevo a falar mais (entenda-se: a elogiá-la ainda mais) pois ainda sou acusado de exagero abusivo, algo que nunca o escrevi.Melhores cumprimentos,Fernando Ribeiro

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    1. Caro Fernando Ribeiro, as suas palavras emocionaram-me. Eu ponho muito de mim nestes textos. Eu também me rio, também me chateio, também fico triste ou bem-disposta com as “personagens” que vou conhecendo nas minhas investigações e que, ainda por cima, foram pessoas que existiram, algo que me comove. Agradeço muito o seu comentário e fico muito, muito feliz, por provocar sentimentos em quem me lê. Quanto ao livro, para já, só posso dizer que houve mais pessoas que acharam que eu devia publicar em livro e que eu não neguei essa ideia. Quando puder, dou mais notícias. Volto a agradecer as suas palavras. Muito obrigada!

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