Quando Alcácer jurou lealdade ao último rei absoluto

faceB.PNG

 

Foguetes, missa, procissão, danças e cantares. Tudo serviu para os alcacerenses jurarem lealdade a D. Miguel, numa altura em que os liberais já tinham iniciado, nos Açores, a sua demanda para recuperar o poder em Portugal.

 

Miguel I reinou apenas seis anos, (1828-1834). Tratou-se de um período conturbado de guerra civil, que opôs os liberais, partidários de D. Maria II, aos miguelistas, defensores do absolutismo. Ora, foi precisamente num dos momentos cruciais desta contenda, dois meses após a aclamação do novo governo liberal nos Açores, que Alcácer do Sal, decidiu comemorar de forma pública e efusiva o seu apoio a D. Miguel. A pacata vila alentejana, que anos mais tarde assistiria a uma das mais sangretas batalhas deste conflito, mobilizou a população para uma espaventosa festa, na passagem do 30º aniversário daquele que para uns foi o usurpador e, para outros, – entre os quais parecia querer incluir-se a nata da sociedade alcacerense da época – era o verdadeiro herdeiro do trono português.

sem nome.pngEste tipo de manifestações, expontâneas ou forjadas para legitimar o monarca, eram depois divulgadas com propósitos propagandísticos, como aconteceu neste caso.

Foi a 26 de outubro de 1831 e, conta a Gazeta de Lisboa, a iniciativa das celebrações terá sido do presidente do senado da câmara local, José Maria de Moura Brito Mouzinho.

Começou por organizar um bodo aos pobres, distribuído porta a porta, mas também junto dos presos e dos mendigos. Às mais de 400 pessoas que receberam tal oferenda – um arrátel (cerca de 360 gramas) de pão e outro de carne de vaca e uma ração de arroz – pedia-se que rogassem a Deus pela saúde do “amabilissimo Rei”.

Por várias vezes se ouviram salvas de tiros, foguetório e repicar de sinos. Hastearam-se as bandeiras e a população acorreu à igreja Matriz, onde, com grande solenidade, Manoel de Jesus Maria Lobato, prior e juiz da Ordem de Santiago na Comarca, celebrou missa cantada por “música que veio de fora”.

O sermão ficou a cargo de Manoel do Sacramento, religioso de Santa Maria da Arrábida, que, segundo a mesma fonte, terá provado o quão o “paternal governo” de D. Miguel fazia o povo feliz, sendo que este seria “desgraçado” se estivesse debaixo do jugo da fação “liberal e destruidora”.

O texto, todo neste tom laudatório para os absolutistas e negativo para os liberais, descreve depois como os festejos continuaram até às duas horas da madrugada. Primeiro, o corpo de milicias local formou, depois acompanhou uma solene procissão que percorreu as ruas limpas e decoradas. Marcaram presença, António de Sousa, major que comandava as milicias e Francisco de Paula Leite, coronel graduado das mesmas.

Tão jubilosa jornada foi rematada com a alta sociedade ouvindo hinos e canções alusivos ao rei, perante um retrato do mesmo, no iluminado edifício da câmara. Ao mesmo tempo, nas ruas, o povo dançava, “sem que houvesse a mais pequena desordem, mas sim hum geral contentamento alegria e satisfação, ouvindo-se por toda a parte vozes de Viva EIRei o Senhor Dom Miguel I Nosso Senhor”.

 

À margem

Capturar d miguel.JPG

 

O reinado de D. Miguel foi curto e conturbado, mas em torno dele gerou-se um fenómeno de idolatria que se traduzia num exagerado culto ao seu retrato – a “real efigie”. Mesmo antes de se tornar rei e quando ainda estava ausente do País, já circulavam milhares destas pequenas imagens, compradas para depois serem aplicadas em broches, caixas de rapé, alfinetes ou medalhas.

Rapidamente entendido como uma arma política, o que começou como uma moda extemporânea, tornou-se uma obrigação após a subida de D. Miguel ao trono.

Os cidadãos deveriam pedir ao soberano a mercê de usar a sua efigie e este tinha a prerrogativa de o autorizar…ou não, o que, em tempo de perseguições como aquele foi, nunca seria bom sinal.

Mas isso é outra história…

 

 

Fontes:

Gazeta de Lisboa

https://books.google.pt/books?id=GO0vAAAAYAAJ&pg=PA113&lpg=PA113&dq=%22Gazeta+de+lisboa%22+outubro+1831&source=bl&ots=nsoqScpleu&sig=Pmz1xdGF-pIV3EoAPYOLy_dbqTM&hl=pt-PT&sa=X&ved=0ahUKEwjmpOHZh-LZAhWEUBQKHfJdBgkQ6AEIJzAA#v=onepage&q=Alcacer&f=false

Alexandre Ferreira Barros, em Medalhas da real efigie de D. Miguel (Continuação), Boletim da Sociedade Portuguesa de Numismática, vol. 08, nº. 26-28, 1965-1966, pag. 113-117

Biblioteca Nacional Digital

http://purl.pt/5210/3/

http://purl.pt/6884/3/

 

https://www.cml.pt/cml.nsf/artigos/AD64BF76A8B66F50802575A5005D4573

 

 

35 responses to “Quando Alcácer jurou lealdade ao último rei absoluto”

  1. Cara Cristiana,Excelente texto sobre um período muito interessante e, infelizmente, pouco estudado/divulgado da nossa história local.Muito obrigada pelo seu trabalho e pela generosidade da partilha. maria antónia lázaro

    Gostar

    1. Eu é que agradeço os seus comentários e, já agora, também toda a informação que vai partilhando e que muito me tem ajudado nas minhas pesquisas. Obrigada.

      Gostar

  2. Cara Senhora VargasE se este Miguel de Bourbon fosse um Turco de sangue com ADN R-Z381*, que é descendente de Filipe V de Bourbon, de Jacques de Bourbon, e por fim de Sultão Solimanus caucasiano da Turquia Otomanos, na qual nenhum Turco nunca mas nunca e jamais nesta vida devia sentar se num trono de Reis Católicos portugueses, espanhóis e franceses. O problema é que as pessoas tem uma admiração por Turcos e pela mentira, existem tantos registos de bourbon em 1718, hoje a genética confirma em dezenas de agências de genética, mas as pessoas continuam a criar um mito de alguém que foi a maior besta animal que Portugal teve. Mas aqueles que morreram foram milhões que combateram contra os Turcos e morreram pela fé Católica e Cristã, hoje a Igreja Católica Romana e Apostólica comete mais um erro grosseiro na sua longa história.Foram expulsos de Portugal em 1834, aquando da Monarquia portuguesa eu terei todo o gosto em expulsar a Instituição que na qual foi defensor até descobrir a Verdade.Mais existe um Papa Adrianus VI que dá o titulo de Cardeal a Jacques de Bourbon como filho de Sultão Solimanus em 1522 e trago em latim. Aliás quando o bastardo Miguel usurpou a coroa Portuguesa a Igreja Católica que também o apoiou foi expulsa em 1834.Registo 1 – Adrianus VI da Católica que é o Jacques de Bourbon filho de Sultão Solimanus com o ADN R-Z381* caucasiano, Sucessor em latim Fillius HISTORIÆ ECCLESIASTICÆLIBER CXXVIII. wiarraadio vadovavova ADRIANUS VI PAPA., CAROLUS V. OCCIDENTIS IMPERATOR SOLIMANUSBellicus Solimani apparatus pro Rhodie expugnatione. Interim Solimanus Turcarum Impera- Belcartor felici Belgradiensis obsidionis x. 32. fuccessu elatus, Rhodum quoque cingeTe ftatuit. Erat tunc numero quadragefimus tertius fupremus Ordinis S. Joannis Jerofolymitani Magister Philippus Villerius ex antiqua Liladami familia natus, qui successerat anno priori Supremus Magister, a Cancellario – Ordinis proditus. . Jacques de Contigit tunc temporis, ut Adrianus Bourbon re Amaralus Ordinis “Cancellarius, flor de cum fupremum Magisterium omni nisu Sege de Rhodes ambiret, ob fui neglectum tam infana Jac. Bofio. indignatione commoveretur, ut Rhodum 6. 19 .leq Insulam Solimano tradere decerneret, Belcar.l. hancque in rem quemdam Turcam, quem in nupero bello captum mancipii loco habebat ad Solimanum ablegaret, eique epistolam deferendam committeret, qua Imperatorem de Statu Infulæ, locisque minus firmatis atque ad oppugnationem magis commodis certiorem reddidit. Itidem, insulam exigua militum manu muniri, significabat,nihilque eorum omittebat, quibus Solimani animum jam fatis aliunde propenfum penfum ad hanc expeditionem excitaret, accessit insuper cujusdam Judæi Medici perfidia, qui a Solimano Rhodum, ut eam exploraret missus, singulis fer- me diebus ad Imperatorem de urbis ftatu ac viribus literas dedit, quas Græcus quidam patria Chiensis ConftantiJacq. de Bourbon, p.681. XXII. .: Janissarorum Dux cum copiis fuis urbem ingreffus. . His pationibus die vigesima Decembris utrinque firmatis obfides promisli ad Turcarum caftra pervenerunt, eodemque tempore summus prætorianæ militiæ Dux, quem Janiffarorum Agam vocant, cum militum centuria urbem ingreffus, illius poffeffionem cepit. Registo 2 – Usurpação por Filippe V de Bourbon da coroa Espanhola, mais um Turcis.Turcis induciarum violatoribus bellum obmovit, quo EUGENIUs deletis Ottomanorum viribus, Belgradum hungaricis ditionibus adjecit cum Temesvario. Utrique Urbi adjacens Regio cum Valachia per pacem Paffarovicenfem A. 1718. initam CARoLo VI. afferta. Pax haec neceffària fuit ad pellendum ex Italia PHIILIPPUM V. Andegavenfem Hifpaniae Regem.Registo 3 – Duas agências em Portugal e Espanha confirmam a origem caucasiana e esta gente que usa indevidamente nomes como Bragança, que não tem direito pelo sangue, mas usam porque vivem numa Republica de fazer de conta que estão no País das maravilhasÉ sabido que o ADN de D. Duarte Pio de Bragança já foi estudado quer em Espanha (Prof. Lorente no processo do Colombo) quer em Portugal (GenoMed/AGP) e que qualitativamente confirma a origem Caucasiana e similitude com outras casas reais europeias.

    Gostar

  3. Registo 4 – Agência de Berna.The male lineage of the House of Bourbon and the House of Braganza are not the same. João of Orléans-Braganza is not from a male Braganza lineage but from the House of Orleans (which is a male lineage of the House of Bourbon).Therefore, the male Braganza lineage was another Y-DNA profile than the male Bourbon lineage.Registo 5 – coligação de 50 agencias de genética lideradas pelos EUA para desmascarar a mentira da casa de Bourbon.No paternal relationship was found between the living DNA donors and the donors of the blood sample of Louis XVI or the head of Henri IV. First, the Y-chr of the donor of the blood sample belongs to haplogroup G(xG1,G2) while the living Bourbon members belong to R-Z381*. Based on the time calibration of the Y-chromosomal phylogeny, the time of the most recent common ancestor (tMRCA) between individuals belonging to haplogroup G and R will be some 10 000 years ago.43, 44 Second, the strong differentiation on the 17 Y-STR haplotypes between the living donors with the blood donor also suggests at least 260 meioses between them (Table 2). Although a low number of Y-STR results were obtained for the presumptive head of Henry IV, even the six Y-STRs and the three confirmed Y-STR haplotypes showed high differences with the living Bourbon donors, suggesting at least >110 meioses between them (Table 2). Moreover, the genetic identifications of the presumptive head of Henri IV and the presumptive blood sample of Louis XVI were only based on a similar partial Y-STR profile of both samples.24 Nevertheless, no evidence for a genealogical relationship between the DNA donors of the head and the blood sample could be found based on the calculations of the tMRCA due to the low number of analyzed Y-STRs and the mutational difference observed on one Y-STR (Table 2).36Eu não sou nada a estes pavões nem sangue tenho destes Turcos, eu sou a Verdade, a Verdade e herdeiro do sangue da casa de Habsburgos, Áustria, Espanha, Portugal e Marrocos com Reis Judeus desde 1195 a 1725 (Nurenberg, Hesse, Bohémia). O meu ADN é Rb1 U152 Z305+ Ithæ, Filiæ Rudolphià Pfullendorff, & Bringantia ac , noviffimæ Alberti Divitis Conjugis;Comiti Brigantiae, fundatori Albæ Augiæ : Brigantinæ,ac filio unigenito Vhricr I I.Comitis Gamartingenfis,& Brigantini, qui fucceffit Hugoni fine liberis mortuo Genealogia Comitium Brigantino ; Ludouico fecundo Françorum & Germaniae rege;Hugonem fecundum ,& filiam Eberhard ocomiti à Sünneberg 21 avô paterno, Rudolfus I Germaniae Imperator20 avô paterno, Albertus I Austrico Stirae Dux Germaniae Imperator, teve irmão 19 avô paterno, Albertus Contractus Joanne Firretarum Imperator com Carinthiae 18 avô paterno, Leopoldus Suevis Ducis, Imperator17 avô paterno, Ernestus Stirus Ducis, Imperator16 avô paterno, Frederico III & IV da Germaniae Imperator com Hadsbourg, Austria e 15 avô paterno, Maximiliano I da Germaniae Imperator, Espanha com Maria de 14 avô paterno, Philippus I de Espanha Imperator 13 avô paterno, Carolus V é Imperator Germaniae e Espanha I12 avô paterno, Philippus II de Espanha com Catharina de Bragantiae, teve um irmão 11 avô paterno, Theutonio de Bragança com Anna Velasco10 avô paterno Joannes IV Rei de Portugal, 9 avô paterno Petrus II Rei de Portugal e Espanha (por termos direito de Sangue da 8 avô paterno Joannes V 7 avô paterno Jorge Mello Duc do Infantado (existe decreto da mãe de João V 6 avô paterno Josephus (falta o sobrenome), Cardinalis Valetta de Lisbon 5 avô paterno António Simões (falta o sobrenome) com Maria TeresaO que a lealdade das pessoas que continuam apoiar uma mentira, o que se faz, apresentamos dados, registos e continuam e continuam adorar um semi deus Turco. Mas as pessoas podem expressar se como entenderem estamos numa sociedade que todos devem opinar, não posso obrigar ninguém aceitar a Verdade dos Registos, são livres. Os meus parabéns, eu não procuro protagonismo, as pessoas hoje sabem que Portugal y Espanha tem herdeiro legitimo, não preciso de acenar bandeiras aliar me a lojas da maçonaria e partidos para ter o que é meu por direito.João

    Gostar

    1. Cara senhora Vargas, No seu rodapé vem lá um texto das fontes e que pode levar a crime, pois e se o que a senhora pública for falso o que significa isso para si. Já lhe publiquei em cima dados, leia os e faça o seu juízo. As minhas fontes são todas credíveis, de agências de genética com troca de correspondência entre mim e essas agências, de livros em latim do tempo da monarquia, registos eclesiásticos em latim. As minhas provas são figdinas, a verdade acima de tudo. Outros vendem histórias de embalar e não provam nada e isso é crime, dizem que vem de D. Afonso Henriques, quando Sebastião e António Crato faleceram sem deixar herdeiros, como é que o sangue de Sebastião passa para João VI? O sangue de João VI é o mesmo que o meu, o seu admirador não tem sangue de João VI, só tem de sultão solimanus e nisto tudo a prova deve aparecer do seu ladoEu provo com dados e com registos, quem faz falsas declarações é crime, o Miguel nunca foi rei em Portugal usurpou a coroa portuguesa, e isto é a verdade. João

      Gostar

      1. Caro João, eu não tenho nada contra ou a favor de D. Miguel. Também concordo que usurpou o trono, mas entendo que, independentemente de o ter feito, foi rei. A história de Portugal está, aliás, cheia de lutas de poder e eu não pretendo tomar partido em nenhuma, não é esse o objetivo deste blogue. Agradeço a sua atenção e os seus comentários. Obrigada!

        Gostar

      2. Não não foi rei, foi um usurpador e existe uma lei de 1834 a confirmar isso, aliás as pessoas que o apoiam devem com certeza ter sangue turco. Existe registos da igreja católica, de 1522, 1718 a confirmar turcis e existem evidências da genética de hoje a confirmar, aquando da monarquia todas as pessoas que teimam na mentira serão convidados a sair de Portugal e desnaturalizados da nacionalidade portuguesa. Isto aquando da monarquia. Hoje a senhora Vargas, como outros podem afirmar o que quiserem porque estão na República e podem teimar que o seu candidato foi rei sem nenhum registo da coroação e no processo da monarquia não absoluta aplicando a lei de 1755 e 1834, a lei é para cumprir. Obrigado João

        Gostar

      3. Vou lhe contar uma história verdade, aqui ao lado em Espanha, temos o Senhor Santiago Abascal que diz que Portugal faz parte de Espanha. Eu recentemente enviei lhe um email, e postei lhe os registos de ADN dos bourbons, isto antes do Juan Carlos ter fugido, e disse lhe ao Sr. Abascal, tu queres ter Fez e outras terras do Norte de Africa, queres ter Portugal. E disse lhe que tu tens um chefe a rei que é turco, a partir deste momento, o Juan Carlos fugiu, Filipe vi esta em divórcio e a monarquia em Espanha está por um fio. E então postei lhe os registos em latim de 1522, 1718, 1834 de Portugal, e também lhe disse que a revolta de 1640 em Portugal não ocorreu, e tinha toda a razão, postei lhe registos da genealogia da família e ficou calado. Só uma situação que ele não sabe, Portugal y Espanha são una nação isso é verdade com provas em latim, desde 1700 até hoje Espanha é província de Portugal de acordo com o tratado da austría a dar a Portugal o direito patrono.Para isto acontecer, só o meu sangue é austríaco e hasbourgo, tem direito e o Sr. Santiago Abascal não conhece toda a verdade. E disse lhe nos em Portugal expulsamos um Bourbon por usurpar a coroa portuguesa e vocês espanhóis deixaram um Filipe V usurpar o que de um rei católico e só queria ver a cara desta gente. Ficou calado, como o cardeal Juan José ormella de Espanha, ficou calado e o que lhes dei foram registos de 50 agências de genética a confirmar serem turcos. Hoje sabe se tudoJoão

        Gostar

  4. Para rematar esta conversa dos bastardos de Miguel, Duarte Pio, Loulé, Rosário, câmara, todas estas gentes precisam de respeitar as cortes de Lamego, não é aceitável que um turco de sangue senta se na cadeiras de Espanha, França, Bélgica, Portugal, não é aceitável de todo.Eu recentemente questionei o cardeal Juan José ormella de Espanha e na qual mostrei que a sua igreja colocou turcis na cadeira de reis católicos e esta gente são homens que erram grosseiramente e depois julgam que são donos do mundo. Excomungaram Reis portugueses, espanhóis, franceses, porque não fizemos o que estes homens da igreja católica queriam o poder a tudo o custo.É preciso respeitar a linhagem de sangue, de pai para filho isto é a ideologia da genealogia das dinastias nas monarquias.Aquando da mudança para uma monarquia em Portugal, as leis 1706, 1755, e 1759 são penas capitais, contra o Estado Monárquico e contra o Rei. E todas as pessoas que hoje apoiam estes bastardos vão todos daqui para fora, ou para Timor ou para outra terra qualquer, porque as leis na monarquia são para cumprir, não é como na República. A igreja católica romana e apostólica, irá embora de Portugal e vou aceitar de volta a igreja original de Deus, os judeus. E sempre desde o seu principio foram Reis judeus. Todos os apoiantes dos bastardos não provam nada, nem um registo do tempo da monarquia, só falam, falam, é assim que funciona a justiça Repúblicana, deviam provar que esta gente tem o sangue de Habsburgos e de Limburg. Prove isto, com registos em latim da época e com a genética de hoje.Tenho dito Rei

    Gostar

  5. Acórdão do Supremo Tribunal de JustiçaDIREITO CIVIL – RELAÇÕES JURÍDICAS – DIREITO DA FAMÍLIA/ FILIAÇÃO- Castro Mendes, Teoria Geral De Direito Civil, I, pág. 243 e II, págs. 170 e ss. e 255 e ss.- Heinrich Höster, A Parte Geral do Direito Civil Português, Coimbra, Almedina, 1992, página 261 e ss..- Heinrich Hubmann, Das Pesönlichkeitsrecht, Colónia, Bohlau, 1967, pág. 342.- J. Gomes Canotilho e Vital Moreira, Constituição da República Anotada, 3ª ed. Coimbra, 1993, p. 179, 4.ª edição, vol. I, pág. 462.- Jorge Miranda e Rui Medeiros, Constituição da República Portuguesa Anotada, 2005, I, págs. 204-205.- Lopes do Rego, RMP, n.º 58, 166 e in O Ónus Da Prova Nas Acções De Investigação de Paternidade: Prova Directa e Indirecta do Vínculo da Filiação, Comemorações dos 35 anos do Código Civil e dos 25 Anos da Reforma de 1977, vol. I, págs. 781 a 790.- Luís Carvalho Fernandes, Estudos de Direito da Bioética, Associação Portuguesa de Direito Intelectual, Almedina, págs. 63, 70.- Luís Cunha Gonçalves, Tratado de Direito Civil, I, p. 243 e II, págs. 176 e ss e 255 e ss.Por outro lado, o direito do investigado à sua reserva da intimidade da vida privada — artigo 26.°, n.°1, da Constituição da República Portuguesa — entendendo-se que, para além de certo prazo considerado razoável, a estabilidade das suas relações pessoais e familiares e o seu passado não devem ser objecto de devassa, para além do facto de, a ser possível a investigação a todo o tempo, tal poderia dar azo a actuações oportunistas — “a caça à fortuna” — sabendo-se serem de êxito fácil tais acções de investigação, sobretudo, quando baseadas na falível prova testemunhal.Esta protecção que o prazo de caducidade conferia passou, no entanto, a ser contestada quando, confrontados tais interesses e direitos antagónicos, se passou a considerar prevalecente o direito de investigação, tanto mais que a possibilidade da paternidade ser determinada através de exame de ADN frustra, cerce, a tentativa de “caça à fortuna” do ponto em que permite apurar com elevadíssimo grau de probabilidade, senão de certeza, se o investigado foi ou não o progenitor do investigante.Neste conspecto, e para resolvermos a questão suscitada pelos réus a título de excepção, importa atender ao disposto no artigo 1817.°, do Código Civil (previsto para a investigação da maternidade, mas aplicável ipsis verbis à acção de investigação da paternidade, por força do disposto no artigo 1873.°, do Código Civil).É igualmente incontornável atendermos, como bem refere a autora na réplica apresentada, à declaração de inconstitucionalidade com força obrigatória geral do prazo previsto no artigo 1817.°, n.° 1, do Código Civil, pelo Acórdão do Tribunal Constitucional 2006, de 10 de Janeiro.O Sr. Duarte Pio, Loulé, Camara, Cadaval e Rosarios, tem que cumprir com as cortes de Lamego de 1143, sangue paterno de D. Henrique que veio de Limburg, Radulfus de Habsburgos veio de Limburg também e todos os que vieram de Limburg tem uma genética igual U152 Z305+. A República tem artigos de Constituicional e do Supremo, que eliminam por completo os indivíduos que querem caçar fortunas. Eu vou ter a minha monarquia tradicional, eu não me esqueço de todas as famílias da nobreza portuguesa o que fizeram para deitar abaixo a monarquia. Todos os apoiantes do Duarte Pio, não vou querer na monarquia tradicional, não vou e vou chamar todos os emigrantes do mundo inteiro e Judeus de Amesterdão, Israel, Marrocos, do Brasil e EUA, para retornar a Portugal.João

    Gostar

    1. Caro João, não vou teimar consigo. Eu também preferia que os Filipes não tivessem sido reis de Portugal, tenho tentação de me esquecer deles, mas não posso, porque, efetivamente, foram reis. Quanto aos seus planos e objetivos, desejo-lhe sorte, é bom termos objetivos.

      Gostar

      1. Boa noite, Eu também não gostava de Espanhóis, fomos ensinados na escola a desconfiar dos Espanhóis, quando descobri a verdade de meu sobrenome em Maximiliano I, II, Albertus, Fernando I, Philippe I, II, III e IV, em Carolo V, em Joao IV de Bragantiam que é espanhol, não é português.Se os Filippes não existissem, eu temia pela identidade Portuguesa, talvez os Ingleses ficavam com Portugal e ai deixávamos de falar português, isso não. Eles já vem para o Algarve e mandam naquilo, se os Filipes não viessem, deixamos de ser Portugueses, era.. Maximiliano Außriaco Imperatâ; £? Philippus Bonus Dux Carolus Pugnax Dux Burgund. ac | Ejiurgidionum ac re; Felgarum ; Maximilian Faust. stauffaimnon barbarnanbji fungam. … Imitare exemplum sainifteria praeftanttamen maxime néceffària , & Felgarum, quiloca paluftria & aquofa, molârum fiat infocietate civili. ; Felgarum . et . Christiani . orbis . Maximo . Principi . Indulgentissimo . Domino . Qui . postquam . Brabantia . Limburgo Archiducis Alberti Pj Felgarum Principit. Antver. typis Plantin. 1622.4.; Bergue S.J^immoch, Felgarum & Belgicâ Eu não queria acreditar nos registos em latim, quando questionava historiadores belgas, e franceses, todos diziam, Sr. João é a verdade, o que quer mais desta evidência ! Fomos ensinados a desconfiar de EspanhóisExistem muitas mentiras fabricadas na Republica, como é o caso de João V casar com Anna d´Austria filha de Leopoldo I, outras situações da revolta de 1640 não existiu, que Nuno Alvares Pereira foi mestre de Avis é mentira, que o primeiro duque de Bragança ocorreu com Afonso IV e não com D. João I, o Brasil sendo monarquia pertence ainda a Portugal com registos de 1834 que ainda tínhamos os três reinos, Espanha é provincia de Portugal a partir de 1700. E com certeza que devem existir muitas outras situações que não corresponde à verdade.Hoje o ADN prova tudo, hoje sabemos quem é quem. Na Republica como tenho dito a muita gente, não tenho pretensão alguma a títulos e Dom, somos todos iguais nesta Republica, alguns querem parecer algo mais, são livres. Como já comuniquei a certos órgãos de comunicação social, que não tenho pretensão em ser mais que os outros nesta Republica. Sou igual ao António, Julia, Ricardo, Luis, Ana, etc aos milhões sem Dom, sem pretensão alguma.A história está mal contada, existiu de facto uma grande armada de naus Austriaca que veio em auxilio de Pedro II e os historiadores portugueses, entenderam que a armada era para suposto casamento da Anna com o Joaozinho, quando era mentira.filius Ludovici XIII. & Anna d´ Auftriacae qui obih die I. Septembris anno 1715Joao V para ser padrinho ou patrinus por causa de uma guerra em Fez que este Leopoldo de Nuremberg tinha negócios e o Joãozinho ia intermediar porque eram parente aos reis de Buhazon V de Marrocos e possuo correspondência entre os reinos.Letra do século xvu. OUTRA que o Grão Turco, Mahomet, escreveu ao Imperador Leopoldo declarando-lhe guerra. Andronopla, 20 de fevereiro de 1683.RESPOSTA do Imperador. Sem data. Cod. —íí— a fl. 2—i6OUTRA do mesmo para D. Joào V. Copia de letra do século xvn. CARTA que o Imperador de Marrocos Muley Amet escreveu a D. João V. RESPOSTA de D. Joào V.Cod. a fl. 887 V. 1—8 Copias de letra do sécuto xvm.CARTA do Imperador de Marrocos a D. Joào V. Safer anno 1120 da Hegira (1708 de Christo). Baptjllgc Rex Portugalliae Joannes V. idem Sereniflimi Neo-Nati Patrinus, de Huumè manu lava. fchedialina tenens cum infcr’iptis Nominibus BaptizatiQuando mudarmos de regime, ai será diferente a minha pretensão. continuação

        Gostar

  6. Os objectivos tenho os bem traçado, e nem lhe conto, porque será muito radical ao ponto de colocar o Estado Monárquico a produzir para si, e não estar dependente de ninguém dos súbditos, como acontece hoje na Republica que cada um paga de seu bolso 60% para pagar erros de tanta gente e continuam a errar e ade chegar altura que os 60% não chega e passam a 80% e as empresas muitas delas, já não acreditam no sistema.Um Rei, tem que saber gerir e criar riqueza para os seus familiares e para desenvolver Portugal, o sistema de hoje, não interessa à Monarquia, não. Eu tenho que aplicar o que fomos grandes gestores e durante 750 anos.É inaceitável que o povo pague dividas da banca, é inaceitável que o povo além de trabalhar para si ainda tem que sustentar uma percentagem de 7% gente que não produz nada, nada. Isto é a Republica no seu melhor.Todos os impostos que hoje temos, pagamento por conta, IMI, IRC, Imposto Selo, rama, e tantos outros impostos que estão a obrigar centenas de milhares de empresas fecharem portas de vez, o que eu quero é criar riqueza e não colocar portugueses contra portugueses, como estes políticos fazem, para dividir para reinarem e brincarem com as vidas das pessoas. Não se faz. Eu não posso exigir nada às pessoas e impor o que seja. O povo tem que pedir para eu voltar, mandaram embora o D. Manuel II e foram os portugueses e tem que ser as pessoas a chamar novamente.João

    Gostar

  7. Aquando da Monarquia, ficam as forças armadas, magistrados, e algumas forças policiais e só aquelas que existem desde D. Maria II até D. Manuel II, são duas que voltam a pertencer ao Reino de Portugal, como parte do Estado.Irá existir novamente forca, para todos os crimes de sangue, pedofilia, violência domestica e as prisões existentes, é para serem reduzidas ao mínimo. No reino de Portugal, fica um só banco e o banco de Portugal acaba, não fazem supervisão de nada, a bolsa idem aspas, todas fundações com cariz de investigação como o Champalimout fica, o resto das fundações 13400 fecham portas, o exercito português volta a ter produção autónoma, belica, fardamento e outras.Todas as reformas dos portugueses, durante 30 anos o Estado Monarquico mantem a palavra em pagar essas reformas, começa a contar que o povo, lhes será reduzido os impostos e vão ter que criar o seu pé de meia, o Estado Monárquico não pode pagar à população portuguesa. Durante este processo da redução dos impostos aos portugueses, a regionalização é para andar para frente e existe um prazo para cumprir.A capital de Portugal volta a ser Coimbra como sempre foi Coimbra e não Lisboa.Acabam se os investimentos públicos e os privados voltam a ter o poder económico e reinvestem seus lucros na sua região. Todos os nomes da Nobreza Portuguesa, vão de vela com os outros.Os partidos serão extintos, as lojas de maçonaria idem aspas. Isto são alguns exemplos, ainda tenho mais objectivos, mais concretos para ir ao cerne da questão, que aqui não digo. E quero todos os Judeus em Portugal, sou cristão e vou mudarJoão

    Gostar

  8. Eu entendi o que a Senhora Cristiana Vargas mencionou, relativo aos Reis Filipes de Espanha e de manter a sua opinião relativo ao Miguel de Carlota Joaquina. São assuntos que não tem ligação alguma, então vejamos.A grande diferença é a questão genética, naquele tempo sabia se quem é que traia para ser o eleito, hoje temos a prova genética da casa de Habsburgo e Áustria, que o ADN é U152 Z305+ e vai desde de Radulfo I de Habsburgo até João VI rei de Portugal e até à minha família e outras famílias de irmãos com Teotónio de Bragança. Este teve dois Franciscos, um da Insua e outro de Lorvão aonde ficaram os Simões, o Joao IV que é o meu antepassado em linha directa.cafa Simoens foi filho de Infante; Semhor Dom Tevtonio dade Braganza quarto Arcevipo de Evora. Prodiit ille Eborae apud Francifcumî Simoens 1614Depois de D. Maria II, Pedro V até D. Manuel II temos o U106 Z305+ O Miguel de Carlota Joaquina Usurpador da Linhagem Real portuguesa, vem de Sultão Solimanus em 1522, Jacques de Bourbon, Filippe V de Bourbon, Carlos VI de Bourbon e temos o Miguel, este continua até ao Duarte Pio a respectiva Linhagem Turca sem a letra U e com R-Z381* caucasiana . Os Filipes de Espanha que foram Reis em Portugal, não são bem Espanhóis, eram Austríacos e da Germania, mantiveram o nome de Espanha, como em Portugal, porque o Frederico II, III & IV de Habsburgo e Áustria, já era Imperator de Espanha. Genealogiae Rudolphi I. Romanorum Imperator primam lucem afpexit A. 1218. Calendis Maii, & quidem in gentilitio fuo Caftro Limburg , quod in Brisgoia fitum;Series genealogica Stirpis Habsburgo-Außriacæ ab ERNESTo Ferreo Außriae Duce usque PHILIPPUM Pulchrum Regem Caftiliae, Archiducem Au/triae duarum linearum Auftriaco-Hj/panicæ & Aigftriaco-Germanicæ Parentem.Eram Parentes de Sangue apesar que hoje se comprova essa linhagem directa de pai para filho sendo a Dinastia de Habsburgo a mais longa.Se os Filipes foram Reis em Portugal por esta analogia devia acontecer com o usurpador, isto na sua opinião, mas como vive na Republica, não entende que na monarquia rege se por valores diferentes devia pensar que talvez o João tenha razão e deixo lhe a lei da Usurpação da Coroa Portuguesa por parte da Rainha D. Maria II.Decretar o seguinte: Art. unico. O Infante D. Miguel, Usurpador da Coroa da Rainha, é pelo presente Decreto destituido, e exauthorado de todas as honras, prerogativas, privilegios, isempções, e regalias, que na qualidade, e pelo título d’Infante lhe pertenciam, e não poderá ser mais tratado, ou nomeado tal nestes Reinos. Os mesmos Ministros, e Secretarios d’Estado assim o tenham entendido, e façam executar. Palacio das Necessidades, em dezoito de Março de mil oitocentos e trinta e quatro. — D. PEDRO, DuauE DE BRAGANÇA. — Joaquim Antonio d’Aguiar. —Jose da Silva Carvalho. —Agostinho José Freire, — Francisco Simões Margiochi

    Gostar

  9. O que eu não entendo, como é a que as pessoas tendo provas documentais, registos de ADN a comprovar tudo o que estou a falar e continuam com a ideia milagrosa de ser assim como as pessoas julgam e estão se marimbando para qualquer prova.Portanto para todas as pessoas que continuam a teimar e a teimar na sua ideia milagreira, aquando da Monarquia Portuguesa, as provas existenciais de Latim, da Genética é para manter, e todos os indivíduos que querem ver as coisas da sua maneira mantendo essa ideia errática, serão convidados a ir viver para outro local, desnaturalizados, o património que contiverem reverterá para o Estado Monárquico, porque a Monarquia tem princípios básicos e não existem partidos, existem pessoas com um determinado foco, Portugal.João

    Gostar

  10. O ultimo usurpador pelo absolutismo foi o Miguel juntamente com a Igreja Católica.Mas Alcacer do Sal, Lamego, Coimbra, Algarve, Braga, Villa Real, Porto e Caminha Juraram lealdade a João VI, mas na sua ideia de Alcacer do Sal, vem daqui mas em vez de ser João VI, colocou Miguel, trago lhe o seu livro de 1823. Gazeta de Lisboa … uma vez jurou não sabe Soberano Senhor : A Cannara Constitucional da Villa de … dos mais patrioticos sentimentos de lealdade , Excellentissimo Senhor : – – A … Senhor : – A Camara Constitucional de Alcacer do Sal tem tão com o seu …1823 – ‎EuropePagina 707Senhor :- A Camara Constitucional de Alcacer do Sal tem tão com o seu proprio sangue, se necessario fôr, defender a frona honra de lerar, perante a Augusta Presença de V. Magesdoza arvore da Liberdade : estas são, Excellentissimo Senhor, as tade, as suas respeitosas felicitações, e possuida daquelles nosinceras protestações que fazem esta Camara e povos deste termo bres sentimentos que devem existir nos corações de todos na ‘actual crize, felicitando ao mesmo tempo ao Soberano Congresa os bons Portuguezes, se apreça assegurar a V. Magestade o so Nacional, pela recepção que o mesmo fez do Illustre Deputado quanto a tem magoado os malevolos acontecimentos da Proo Sr. Domingos José de Sá Pinto , legitimamente eleito por este vincia de Tras-os-Montes, acontecimentos estes, que fazem circulo, não obstante as jutrigas, e nialevolas intenções de seus horror, e lanção uma nodoa na historia da brilhante carreira capitáes inimigos, que até mesmo a esse Augusto Congresso Na. da nossa regeneração politica: se algumas Camaras daquelle cional o forão perseguir e atacar, querendo privar não só esta Cam districto tem adherido aos facciosos por vontade, ou obrigadas mara e Comarca, mas a Naçio toda, de um tão digno Repre- pela forca, a Camara desta Villa firme no juramento que sentante, dotado de verdadeiros sentimentos liberaes, e de uma prestou de defender a Constituição da Nação Portugueza, eso. digna e exemplar conducta. pera do Regulador Supremo de todas as cousas lhe conserve Esta Camara roga a V. Exc. seja servido fazer patente tudo em seus corações os sentimentos de que estão possuidos, cerao Soberano Congresso Nacional, e pede que de tudo isto se to: tificando a V. Magestade que esta Camara, hel executadora me particular attenção. Deus guarde a V. Exc. muitos annos, das sabias Leis que nos regem, ouve a roz do seu Rei, e Bronhido 18 de Março de 1823 annosa O Vereador Presidente, com ella exclama — Viva a Religião – Viva El Rei ConstituJoão Rodrigues de Mello. O Vereador Antonio de Almeida Bair cional o Senhor D. João VI – Viva a Constituição. . ! ļos, Syhsticuto. O Vereador, Antonio Corrêa, a Procurador , Deus guarde a V. Magestade. Alcacer do Sal, em Camas A 1tonio Nogueira, Procurador Substituto. bora, 22 de Março de 1823. – O Presidente interino, Manoel Senhor :A Camara Constitucional da Villa de Santa Cruz José Correia de Freitas é Abreu Carseiro; Antonio de Mar Tanda pero venderejas : ne preferos ters; Amaro Nunes Rotko Corvo ; Joaquim Alberto Fragoso; a Esquadra (cujo objeto primario he a segardinca Joaquin José da Costa desta Provincia) surta neste porto, prestando aqui Senhor :- A Camara desta Villa de Coruche, que em sen todos os soccorros que são 20. seu alcance, assim co. timentos patrioticos e verdadeiramente constitucionaes não no hei levado á presenca de V. Exe. en todos os cede a outra alguma, não ouvio sem magoa a triste nova da melis officios desde a minha chegada a este perto. Se volta do mais perfida dos homens, o Conde de Amarante ; Nestas tão criticas circunstancias julgo ser da maior’ com estranhado horror que da Patria dos heroes, cantados peprgencia Bevernos um governo nesta cidade, pia ja antiga e nova muza , nascessein filhos abastardados, que pero’ rendão cortar pela raiz a feliz arvore da nossa Iberdade, aprora deliberar segundo pede a nossa actual situação, veitando-se para seus damnados fins da nossa forme crenca oa: @coin nergia de providencias, é presle 08 m 10$ Religião de nossos Pais, e do indelevel amor .20 punca assás para toda e qualquer empreza que se oferi çą. touvado Senhor Rei D. João VI: negra doré importante ler o seu livro, leia na pagina 707 do governo da altura

    Gostar

  11. Já li em 1831, agora fica a pergunta será que o Pereira e o Coutinho sabia que o rei deles era turco? Será que o povo português, saberia que os únicos bastardos de sangue foram Pedro IV do Brasil e Miguel, numa linhagem de tantos Reis! Este episódio de se revoltar contra o seu pai, só aconteceu com este animal e os Restantes filhos de outros Reis de Portugal e Espanha, alguma vez fizeram o que estes fizeram? O sangue da realeza portuguesa é muito diferente do sangue turco de sultão solimanus e aqui nestes turcos é assim esta vivência uns contra os outros, eles são assim, os turcos e os bourbons. A minha ideia está claríssima, e se o povo português durante estes anos todos, que sabem da existência do sr. Duarte Pio e não reinou, é porque o povo não é parvo, não. O povo de Alcácer do sal no nosso tempo apoia quem? O povo português, sabe avaliar muito bem quem é que tem direito. E espero sinceramente que os mesmos de Alcácer do sal voltem apoiar o seu candidato, espero que o façamO importante nisto tudo, é saber que na República temos o vosso candidato, na monarquia serei eu. Agora sou o João, mais nada. Sem protagonismo. A uns tempos uns oficiais das forças armadas andaram à procura do legítimo e disse lhes ainda não, deixem as pessoas se fartarem desta festa de eleições, quando o povo chegar a um ponto de não retorno, vamos ter rei. João

    Gostar

  12. Deixo lhe algo de interessante quadro histórico politico, não é uma gazette, Sua Sereníssima Alteza Real D. Cristiana Vargas, não é todos os dias que tem esta importância, faz bem ao ego.Pelo Decreto de 4 de Julho se mandou assignar o Asesento destas Côrles , á imitação do que se linha praticado em 1641; e a 7 do mesmo mez de Julho de 1828 Sua Mageslade Fidelissima o Senhor D. Miguel I, Rei de Portugal, e dos Algarves, recebeo no Paço d’Ajuda , e assentado no seu Throno, o Juramento de Preito, e Homenagein dos Tres Estados do Reino em todo o rigor da Lei , e estillo, prestando tambem o Juramento, que lhe competia, determinado pela Lei Fundamental de 9 de Selembro de 1647, passada a pelição dos Tres Estados do Reino.Ó Assento das Côrtes de Lisboa em data de 11 de Jue Tho de 1828 he muito semelhante á memoravel Declaração de 1641, he huma recapitulação dos diversos fundamentos, e authoridades, em que se fundárão os precedentes Assentos de Côrtes : he huma applicação das Leis ao caso em ques. tão, e conclue — Que a El Rci Nosso Senhor o Senhor D. Miguel I pertenceo a Corôa Portuguesa desde o dia 10 de Março de 1826, e que por lanlo se deve reputar, e declarar nullo o que o Senhor D. Pedro, na qualidade de Rei de Portugal, que lhe não competia , praticou ,,e decretou governo da monarquia, datada de 29 de Abril de 1826. . o Assim acabou; nem podia acabar com maior solemnidade, com mais legal, e respeitavel authenticidade a grarde Questão, que agilou Portugal desde a morte do Senhor D. João VI.Aqui fala do ano 1641 e por IMITAÇÃO ao ano 1826, copiou uma falsidade, hoje nós sabemos que em 1641 o sangue é U152 Z305+ e o sangue em 1826 é R-Z381* e única solução foi a expulsão desta gente Bourbon e julgavam que enganavam na secretaria em 1807, 1833 e 1834, algo que existiu durante séculos e nada fabricado. Como hoje é fabricado, deixa los andar, são livres para sonhar não faz mal nenhum, as crianças podem sonhar ser principies e princesas, não se leva a mal.continuação

    Gostar

  13. A estreita AHiança entie as Ueaes Famílias de Bragança e Áustria tiniião permiuido ao Imperador Francisco huma immediuta intervenção em todas as questões politicas, que por qualquer modo atfectassem os interesses de Portugal, e do Brasil; e tanto assim, que quando a Independencia, e Separação do Brasil foi objecto das negociações Diplomaticas nas diííerentes Cortes da Europa se exigio a opinião do Governo Austríaco nos termos mais explícitos, e positivos; e então Sua Magestade Imperial Apostolica, por hum Despacho do Principe de Mettemich, dirigido ao Barão de Binder seu Enviado Extraordinario e Ministro Plenipotenciario em Lisboa, fez constar a FIRei de Portugal o Senhor D. João VI, e aos outros Soberanos, os seus sentimentos sobre tão importante, e delicado assumpto.Pertendia o Gabinete de Vienna estabelecer hum Pacto federativo entre Portugal, e Brasil, por occasião da morte do Senhor D. João VI, e segurar os duas Coroas na mesma linha de Successão por meio de huma Loi defamil-h, que regulasse para o futuro a reciproca Successão ao J lirono.Não podia o Imperador do Brasil cingir o Diadema de Portugal; e subindo ao Throno o Senhor Infante D. Miguel ficava excluida a descendencia dos Imperadores d’Austria, e do Brasil, o que não convinha; então lembrou o meio termo da abdicação em huma Princesa Brasilico-Austriaca para succeder no Throno, e fundar huma nova Dynastia; e para salvar apparencias, e evitar questões lembrou tambem o outro meio termo do casamento da mesma Princeza com o Senhor Infante D. Miguel, que residia então em Vienna, mais como prisioneiro, do que como viajante; de facto o Principe de Melternich tomou á sua conta o negocio da Successão á Coroa de Portugal, e a 27 de Março de 1826, assim que chegou a Vienna a noticia da morte do Senhor D. João VI, huma Circular Austriaca, dirigida aos Ministros d*Áustria nas Cortes Estrangeiras, exigio de todas ellas o reconhecimento do Imperador do Brasil como Rei de Portugal, a que todas se subineltêrão.Portanto se o Miguel fosse rei em Portugal a linhagem da Áustria e Habsburgo terminava ali, estes todos sabiam que o Pedro IV e Miguel eram bastardos à Áustria.A Áustria faz parte da minha pessoa com um determinado Sobrenome, por isso que o consorte de D. Maria II era um principie da Bélgica da linhagem de Limburg e por isso o cromossoma y Rb1 U106 Z305+ desde Pedro V a D. Manuel II. A estrutura da prol de João VI estava contaminada por Bourbon – turcos e Portugal tinha que manter o pacto com Áustria no que diz respeito aos acordos de 1700.Os filhos bastardos de João VI, não tiveram mão sobre Portugal e foi preciso recuar em 1700 e buscar a nossa aliança do sangue U152 Z305+, para Portugal manter a fidelização da casa de Bragança à Áustria.Por isso a expulsão do Miguel, deveu se mais ao adultero que aos crimes que cometeu. A monarquia rege se por sangue paterno que cumpre com as cortes de Lamego de 1143. Na monarquia o Rei decide, com provas de ADN e latim, todas as pessoas que contiverem em seus nomes Bragança, Guimarães aquando da Monarquia, todos esses serão lhes riscado e seja feita Justiça. Porque todas as pessoas tem que mostrar evidências que os nomes tiveram descendência por sangue de Infante.João

    Gostar

  14. Cara amiga Sua Sereníssima Alteza Real D. Cristiana VargasNo caso do Miguel de Bourbon, não existe coroação em lado nenhum, apesar do clero querer impor a sua agenda no apoio ao absolutismo do Miguel, não conseguiram, não. Tanto que leio, do passado eu fico cada vez mais distante da Igreja Católica, apesar de ter fé, não entro numa Igreja, a Sua Alteza Real D. Vargas, não sabe, mas Vargas teve mosteiros, Igrejas em Espanha e a Igreja usurpou o que era da sua família, mas deve perdoar los, eu já não consigo, as 1900 igrejas, mosteiros de Santa Eulália em Portugal y Espanha, pertencia a única família em Aquitaine em França. Todas as famílias da nobreza, tinham mosteiros, conventos, igrejas e nada, mas nada pertencia à Igreja. Mas o povo não tem memoria curta, é pena.Año 1240. Teresa Bermúdez y María Fernández venden al monasterio de Santa María de Oseira una heredad sita en Camba. El estado de conservación no permite precisar el lugar exacto de la heredad. Sin embargo, las notas del dorso nos indican que se trata del lugar de Arán. Latín, escritura minúscula diplomática. Pergamino. CLERO-SECULAR_REGULAR, Car. 1520, N. 16Año 1323. El monasterio de San Pedro de Villanueva de Dozón vende unas heredades en Agrosagro, en la feligresía de San Esteban de Carboentes. El estado de conservación del pergamino hace difícil precisar algunos datos. Gallego, escritura gótica cursiva. Pergamino. CLERO-SECULAR_REGULAR, Car. 1542, N. 17Año 1383. El monasterio de Santa María de Oseira afora a Juan Domínguez el casal de Devesa, en la feligresía de Santa Eulalia de Losón. Gallego, escritura gótica cursiva. Pergamino. CLERO-SECULAR_REGULAR, Car. 1550, N.18Año 1390. El monasterio de Santa María de Oseira afora a García Pérez y a María Estévez el casal de A Ribeira, sito en la feligresía de San Juan de Botos. Carta. CLERO-SECULAR_REGULAR, Car. 1548, N. 3Año 1413. El monasterio de San Pedro de Vilanova de Dozón afora a Pedro de Felgar y María López, los casales de Pena Tuares y Outeiro de Lalín, pertenecientes a la feligresía de San Martín de Lalín. Gallego, escritura gótica cursiva. Foros. Pergamino. CLERO-SECULAR_REGULAR, Car. 1552, N.4Era assim as famílias tinham poder económico para criar o consumo pela fé e pela agricultura e toda a gente sobrevivia e tinham um foco o Reino.João

    Gostar

  15. Cara amiga Serenissima Alteza Real D. Cristiana VargasVou lhe contar uma história, lá no passado o Pedro IV do brasil diz que casou com uma Leopoldina, então eu pedi o registo de assento de nascimento ao Instituto Petropolis no Brasil e eles facultaram me isto. E a justificação deles é tão mirabolante que eu nem lembraria tal justificação. O que fazem para terem princesas.”Senhor(a),Segue link do Instituto Histórico de Petrópolis, que pode te satisfazer quanto a demanda da genealogia de Dona Leopoldina, imperatriz do Brasil. IMPERATRIZ DONA LEOPOLDINA – SUA PRESENÇA NOS JORNAIS DE VIENA E A SUA RENÚNCIA À COROA IMPERIAL DA ÁUSTRIA (A) Carlos Tasso de Saxe-Coburgo e Bragança (Dom)A IMPERATRIZ DONA LEOPOLDINA – SUA PRESENÇA NOS JORNAIS DE VIENA E A SUA RENÚNCIA À COROA IMPERIAL DA ÁUSTRIADom Carlos Tasso de Saxe-Coburgo e BragançaSobre a nossa primeira Imperatriz amiúde se escreveu, grande parte de sua enorme correspondência foi publicada. Sua atuação política foi analisada. A importância da mesma em nossa Independência e a sua grande envergadura moral foi louvada.Extrato da certidão do batizado de Dona Leopoldina, feito a 10/05/1900. O original desapareceu na 2ª Guerra Mundial.(Arquivo Imperial, Viena)”E tenho em registo de email entre o instituto do Brasil e a minha pessoa, e eu na minha qualidade de herdeiro da Áustria, postei lhe registo em latim da Leopoldina de 1649, os historiadores brasileiros não conseguem explicar, quantas Leopoldinas desistiram da coroa da Austria, quantas ?Page 94His curis defunctus Feed in andus HI humanis rebus exemptus est, A. 1 6 5 7. die 2. Aprilis. Cæsareo apud P. P. Capucinos tumulo illatus. Illius memoriam inter alia tuetur mosille , quo seCælares Austriaci ad tuendum immaculatum Virginis Deiparæ conceptum 8- Decembris cum magistratu Academico solenni voto ad D. Stephani obstringere folent Extribus conjugibus denas proles sustulit , e quibus tamen unicus Leopoldus Augustam Stirpem propagavit. Eas illo, quo in lucem editæ sunt ordine recensibimus. Ex prima conjuge Maria Philippi VI. Hisp. Regis filia. I. Ferdinandus IV. Rex Bohemiæ A. 1646. Hungariæ A. 1647. Romanorum A 1653. inauguratus , raris a natura corporis animique dotibus instructus, spes Augustorum Parentum, & Provinciarum secum tumulo intulit A. 1 6 54. die 9. Julii ex Variolis extinctus, cum annum ageret ætatis primum & vicesimum. II. Maria Anna Philippi IV. Hisp. Regis uxor. III. Philippus Augustinus A. A. mortuus A. 1639. IV. Maximilianus Thomas A. A. mortuus A. 1 6 3 9. V. Leopoldus I. M. Romanorum Imperator Patris successor, de quo §. sequente. Ex dtera conjuge Maria Leopoldina Leopoldi A. A. Tyrolensis filia. VI. Carolus Josephus A. A. renunciatus EpiscopUs Passaviensis, Olomucenfis, Uratis iaviensis ordinis Teutonici Magister in store ætatis mortuus A. 1 664. die 27. Januarii.:. Ex tertia conjuge Maria Eleonora Caroli II. Mantuæ Ducis lilia VIL Maria Theresia. VIII Eleonora Maria primum Michaelis Coributi RegisJoão

    Gostar

  16. Nem lhe publiquei nada disto de ADN, porque senão a pessoa ficaria a pensar que sempre defendeu a verdade dela, que a tal Leopoldina com aquela data 1900, isto é incrível, ao ponto que se chegou de contar a verdade, INVENTANDO. Registo 1Dear Mr.,thank you for your message.The male lineage of the House of Bourbon and the House of Braganza are not the same.João of Orléans-Braganza is not from a male Braganza lineage but from the House of Orleans (which is a male lineage of the House of Bourbon).Therefore, the male Braganza lineage was another Y-DNA profile than the male Bourbon lineage.We will happily answer any further questions you may have.Yours sincerelyRegisto 2No paternal relationship was found between the living DNA donors and the donors of the blood sample of Louis XVI or the head of Henri IV. First, the Y-chr of the donor of the blood sample belongs to haplogroup G(xG1,G2) while the living Bourbon members belong to R-Z381*. Based on the time calibration of the Y-chromosomal phylogeny, the time of the most recent common ancestor (tMRCA) between individuals belonging to haplogroup G and R will be some 10 000 years ago.43, 44 Second, the strong differentiation on the 17 Y-STR haplotypes between the living donors with the blood donor also suggests at least 260 meioses between them (Table 2). Although a low number of Y-STR results were obtained for the presumptive head of Henry IV, even the six Y-STRs and the three confirmed Y-STR haplotypes showed high differences with the living Bourbon donors, suggesting at least >110 meioses between them (Table 2). Moreover, the genetic identifications of the presumptive head of Henri IV and the presumptive blood sample of Louis XVI were only based on a similar partial Y-STR profile of both samples.24 Nevertheless, no evidence for a genealogical relationship between the DNA donors of the head and the blood sample could be found based on the calculations of the tMRCA due to the low number of analyzed Y-STRs and the mutational difference observed on one Y-STR (Table 2).36 Therefore, the similarity between the partial Y-STR profiles of both samples as indicated by Charlier et al24 could have been just the result of coincidence. Finally, if the samples were indeed of both kings of France this would mean that there were at least two non-paternity events within the royal lineage of the House of Bourbon, namely that Henri IV was not the biological father of Louis XIII, next to another non-paternity between Louis, le Grand Dauphin and King Louis XVI (Figure 1). Non-paternity events—whether a man is not the biological father of his legal children—mainly occurs when the mother had sexual intercourse with a man other than the legal father or when an unreported adoption occurred. Nevertheless, the frequency of paternal discrepancy in the Western European populations is at most 3% and is probably <1% of human births.45, 46 Moreover, while there has been speculation about non-paternity cases in the family, the written records do not contain evidence for such events within this lineage of the House of Bourbon

    Gostar

  17. Boas, Cara Senhora Cristiana Vargas Como é possível na história imitarem ou copiarem decretos de Bragança, inventarem nomes, datas, casamentos, nascimentos, eu fico de boca aberta, as trafulhices que estes indivíduos fazem para parecer uma coisa e são outra.Eu quando leio documentos, provas, eu fico ofendido pela manha e jogos que estas pessoas fazem para parecer serem um duque, um principie e com isto tudo, ainda temos gente que acredita na mentira. De facto à uns 10 anos, existia um grupo de gente, os avançados dos bourbons, que insultavam as pessoas por sua livre recriação e nomes, como Melo, Oliveira, Pereira, Mascarenhas e outros amigos uns dos outros que apoiavam tudo do sr. Duarte Pio, defendiam até dizer chega, eram tão malidocados e diziam se da nobreza portuguesa, nunca mais apareceram, estranho. Será que caíram na realidade, eu fiquei tão ofendido com estas gentes que a minha demanda, foi procurar todas as provas possíveis desde latim, ADN, que demonstrassem que o candidato Miguel e Duarte Pio, não tinha direito algum à coroa portuguesa. Indirectamente os bourbons em Espanha também não tem direito. O vox e estremas esquerdas, tem conhecimento disto, aliás as esquerdas não querem a monarquia de Espanha, porque será?? Hoje sei que tem sangue turco e nós portugueses y espanhóis, não somos turcos, Reis portugueses somos originários da Germânia e Austria, ainda bem que existe ADN. A verdade veio ao de cima

    Gostar

  18. Cara Senhora Eu não me esqueço o que me ofenderam a mim e ao nome da minha família, a justiça na República não existiu, nem sequer foram chamados.Aquando da monarquia, eu vou ter a minha justiça aonde estas gentes estiverem. Os insultos foram tamanha tão grande que levou a família próxima pessoas da nobreza portuguesa que preferiram confiar num turco que no primo direito de sangue, isto à uns 10 anos. Levou a chatices dentro da minha família e isto eu não vou perdoar a ninguém A família em primeiro lugar e ao seu nome. João

    Gostar

    1. Caro João, agradeço os seus comentários. Tenho pena que se sinta injustiçado. Todos os sistemas e regimes políticos acabam por injustiçar alguém. Já nasci em república, não conheço o antes. Não o renego, acho que Portugal teve alguns reis extraordinários, mas também não desejo um regresso à Monarquia, porque penso que um sistema em que as pessoas podem escolher quem as governa tende a ser mais justo. Respeito as suas opiniões, como espero que respeitem as minhas.

      Gostar

      1. Cara Senhora, sinto injustiçado por aqueles que defendiam uma mentira, só a esses.Relativo à monarquia, não é um papão, é uma democracia sem partidos, sem excessos de impostos e não estou haver a Monarquia de outra maneira, o absolutismo era daqueles que usam a fé para impor a outros, comigo acabou isso, todos podem opinar, todos merecem ser respeitados. Todas as pessoas serão respeitadas na monarquia e a lei é para todos, não há blindagens de diplomacia, a monarquia serve para servir ao povo e não esta realidade que temos que a Republica serve se das pessoas, está errado.Mas a D. Cristiana Vargas, como já percebeu as ideias que forem contrárias da sucessão, não devem ficar em Portugal, não. Ou as pessoas aceitam a monarquia como ela é, e aceitando valores, tradições e cultura, e esta sociedade evoluiu, nós temos um processo de liberdade e de trabalharmos para Portugal e não para partidos, nem lojas da maçonaria. Eu sei que alguns Senhores pertencem a esses círculos, que visitam aqui o seu site, mas os interesses destas lojas, para ficarem em Portugal, tem que mudar de estratégia e pensar que as pessoas interessam mais, que o negócio da equipa A, B, e etc. que andam por ai, a destruir o Portugal.Portugal teve reis bons com estratégia, outros assim assim e outros horríveis e nem comento. O sangue muitas das vezes faz das pessoas o caminho a seguir e o desenvolvimento do Portugal y Espanha, tenho um objetivo bem concreto.Falo em Espanha y Portugal, não devia falar, pois é que Espanha é o meu sangue também, e quiero ter Fez e Marrocos de volta, compreende cara Senhora, eu continuo com o pensamento de D. Afonso IV, João I, Fernando I, Manuel I, Sebastião, Philippe I, Carolo V, Philippe II, João IV, Pedro II, ideias de Marrocos e eu não entendo isto, mas o meu sentimento é ir buscar Marrocos na sua totalidade. Esta terra pertence nos desde 800, a Senhora Cristiana nem imagina quantos Reinos passou por Marrocos e todos da Europa. João

        Gostar

  19. Incialmente pertenceram à Germaniae, Vikings, a seguir veio a Bohémia, Hasbourgo com a Baviera, Austria, Fribourg, França, Espanha, Portugal, Inglaterra, Bélgica, isto anterior a 1725.Eraó Capitaćs principaes defla armada Roberto de Sabloil,& Richardo de Cábilla & Guilherme de Ferz, Alê de algús prelados do mefmo Reyno. A dez nauios delia frota qtinháo partido do porto deL er tenue sobreio hüa furiosa toi méta na …Elftey Don Juan defeava que al nuevo Rey de Fez, Marruecos, y Sus fe hiziee tanta guerra queó aquellos Reynos fe bolvieen a dividir ó fe le quebraen las alas de manera, que fu potencia quedaffe fiendo menos formidable a muetras Plaças. No lo podia obrar folo, y por fu Embaxador Lorenzo Perez de Tavora en Bruffèllas incitava al Emperador Carlos V. para que mancomunados lo obraffen. Acordavale para configuirlo, que no era menos util a Catilla que a Portugal el quebrantar las fuerças del de Fez, antestanto mas quanto ella por mas cercana etava mas pronta a los daños de la Morina. Proponiale tambien que lo devia hazer en favor de Muley Buhazon Rey de Velez que depojado de fu Corona fe avia venido a Melilla no dudofo de que feria focorrido de un tan grande, y Catolico Principe. Tambien elRey Don Juan fe ofrecia a focorrerle fiel Emperador lo hiziee Mientras etas cofas fe tratavá en Brufellas, y tambien en Catilla con Maximiliano Rey de Boemia que gobernava aquellos Reynos, elde Velez fabiendo que fetratava de largar Artika, condolido de que e hiziefe eto en tiempo que fe aumentava la mano a n enemigo el de FezO sentimento que tenho por Marrocos, sempre pertenceram a Reis Judeus e já disse ao Sr. Santiago Abascal que os Judeus é para os aceitar e não fazer descriminação, e apresente lhe registos que os Judeus apoiaram Portugal y Espanha desde 1195 até 1725. Joeph Aben Jacob, Miramamolin de Marruecos, y de Andaluzia,y de Murcia, y de Valencia, acompañado de treze Reyes (entre ellos los de Sus, Bugia, Sevilla, Cordova, Granada, Fez, y Algarbe)… D. Alvaro Perez de Catro fu hermano las de Fez de LimaJacob, premier Roi de la famille des Beni-Merinis.;Maximilien , à Ton retour d’Espagne, avoit amené avec lui Buhazon parent du roi de Fez : ce Prince persécuté, & depuis peu dépouillé de ses Etats par le Chéris, étoit venu reclamer le secours de l’Espagne contre cet ennemi commun.João

    Gostar

  20. Quando diz, que será mais justo eleger alguém pelo voto, então em 44 anos tivemos muitos governos, levaram nos 3 vezes à bancarrota a 100%, escolheu os seus representantes para governarem por si, é isto que teve.Então para si o circuito das eleições é o ideal ? coloca o voto, governe mal ou bem, foi a sua decisão, mas não teve a oportunidade em dizer ao governante que faça assim ou faça de outra maneira, só deixou o voto. E isto é que é a democracia ? governam para nós, pagamos para eles lá estarem, tem subvenções vitalícias e outras regalias e a Senhora Vargas, como o João e todos os outros cidadãos que votaram, não tem as mordomias, não. E ainda pagamos as dividas de outros, ainda pagamos os buracos que eles fazem e depois votamos e lavamos as mãos como pilatos.Isto é a festa da democracia, em 10 milhões, quantos votam ? 3,2 milhões de portugueses Pois a Monarquia não é isto, não, o Sr. Rei tem que ter uma estrutura própria para sustentar a sua prol, sustentar todos aqueles que representam o Estado, e os impostos das pessoas ou cidadãos será um contributo simbólico de 1/8 por ano, pessoas singulares e por adiante.

    Gostar

    1. Caro João. Respeito a sua opinião. É verdade que a nossa República não é perfeita, mas a nossa monarquia também não o foi. Ao linho da nossa história, também houve reis que fizeram uma gestão desastrosa. Presidentes, ministros ou reis são homens, logo são falíveis. Numa democracia temos a vantagem de poder escolher outros governantes passados 4 anos.

      Gostar

      1. Boa tarde, Ex.ma Senhora Cristiana Vargas, tem razão no que diz, todos os governantes erram, é verdade. Mas a diferença da Republica em 44 anos de democracia, temos uma divida Colossal de 734 mil milhões de euros + 264 mil milhões do Estado Português.Em 750 anos de monarquia, tivemos que pedir ao Banco de Inglaterra 50% do nosso PIB no tempo da monarquia valor muito inferior que oscilava nos 2 mil milhões aos 160 mil milhões actuais no tempo de D. Luis I para fazer a recuperação das guerras liberais. Isto para mim é um excelente exemplo, quando alguém errava de Governo, pagava com o seu património, aqui na Republica a Senhora Cristiana Vargas, vê algo semelhante a isto ? Eu não !.A minha ideia é a monarquia, a sua ideia é a Republica, não se discute gostos políticos, respeitam se e ponto final.Não tenho que obrigar ninguém aceitar a Monarquia, é a minha ideologia e defendo a, como a Senhora Cristiana também a defende.Obrigado, pela discussão saudável e fico me por aqui. João

        Gostar

  21. É impressão minha ou o povo Português estaria mais ao lado dos absolutistas? Se calhar está errada a minha pergunta, deveria reformular que os absolutistas estariam mais ao lado do povo e não o contrário, independentemente das suas verdadeiras ambições.Vários romances de Camilo mostram neste século XIX uma grande turbulência, então quando fala em Trás-os-Montes, aquilo dava a entender que não deixavam entrar liberais!

    Gostar

    1. Não tenho muito essa ideia, de o povo estar mais com os absolutistas. Os absolutistas faziam muito questão de se realizarem festas e outras atividades que contribuíssem para afirmar e reforçar o seu poder. O que acho e que o povo é muito volúvel. Na prática só quer que o deixem em paz, nem que, para isso tenha de dizer que fulano é o maior, quando, antes, tinha dito que era sicrano…se puder beneficiar com isso, vira a casaca.Agora, os absolutistas tinham mais aceitação em ambientes conservadores, provavelmente por isso tinham predominância em Trás-os-Montes, sobre a qual não tinha ainda ouvido nada de concreto.

      Gostar

      1. Pareceu-me que como os liberais estariam mais afastados do povo, os absolutistas lá teriam de se lhes aproximarem mais, mas é algo que ainda tenho de analisar.Se os absolutistas tivessem ganho e portanto tomado o poder, acha que a obra de Fontes Pereira de Melo entre outros industrializadores teria se apressado ou atrasado em Portugal?

        Gostar

Deixe uma resposta para Joao Cancelar resposta