O rei que amava freiras, proibiu a sua vinda para o País

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 Com muito conhecimento de causa, o monarca alertava que as mulheres obrigadas a ingressar em conventos viviam para sempre desgostosas com essa vida imposta pelas famílias.

 

São conhecidos os dotes de D. João V para a diplomacia, os seus esforços para defender os interesses imperiais portugueses; a dinamização que imprimiu às artes e às grandes obras públicas, bem como a forma hábil como conseguiu reinar 43 anos, absolutamente, sem uma única vez ter reunido as cortes. No campo pessoal, ficou para a história a sua paixão pelo “belo sexo” em geral e por freiras em particular. É, pois, curioso, que os interesses do Estado o tenham feito assinar uma lei na qual, pura e simplesmente, proíbe a deslocação do Brasil para Portugal de mulheres, especialmente as destinadas aos conventos, sem que isso fosse prévia e expressamente autorizado por si.

O escasso povoamento daquele vasto território do outro lado do Atlântico a isso obrigou, o que muito terá custado ao rei, confesso amante de monjas, mas também sobejamente conhecedor da falta de vocação de muitas. A experiência íntima poderá até ter contribuído para esta sua decisão.

Foi em 10 de março de 1732. D. João, quinto de seu nome, proibia a viagem de mulheres para a metrópole sob o pretexto de ingressarem em conventos. Primeiro deveriam justificar tal vinda e se, de facto, tinham genuína vontade de seguir a vida religiosa.

É que, com tanta fêmea a transferir-se para Portugal, faltavam depois para os matrimónios que convinha aumentar no Brasil, o que concorria para “grande prejuízo do aumento e povoação daquele Estado”. Em paralelo, continua o real decreto, com muito conhecimento de causa – acrescente-se – as raparigas que assim procediam, frequentemente, “violentadas por seus pais e mães, constrangendo-lhes as vontades que deviam ser livres de elegerem estado” – leia-se serem religiosas ou encontrarem marido para casar – acabavam por viver “sempre desgostosas com a vida, que não queriam tomar”, o que, opina o rei, não servia nem a Deus, nem a ele próprio.

Assim sendo, as candidatas a freiras deveriam ser interrogadas, para aferir do seu querer, não se deferindo a expedição das que não o manifestassem de viva voz. As mulheres que alegassem outras razões para vir para a capital do império também o deveriam devidamente justificar, sob pena de não o poderem fazer.

Incorriam em penalizações, inclusivamente, os mestres ou capitães de navios que fizessem o transporte de moças não autorizadas a zarpar do Brasil. Podendo pagar dois mil cruzados por cada transportada e estar dois meses presos no seguimento de contrariarem estas ordens.

Este alvará régio, bem como a massiva emigração de portugueses – especialmente minhotos – contribuiu para que, durante o reinado de D. João V, a população daquele território quadruplicasse, chegando a cerca de 1.2 milhões de pessoas. Esta realidade, muito bem-vinda e necessária para assegurar a soberania além-mar, acabaria por criar problemas de despovoamento da própria metrópole, em especial no norte de Portugal, onde faltavam braços para trabalhar os campos.

 

 

À margem

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João V teve pelo menos 12 filhos, em igual número dentro do casamento com Maria Ana de Áustria e, fora dele, com outras mulheres. Reconheceu e concedeu especiais privilégios a três destes rebentos extraconjugais, que ficaram para a história como os “meninos de Palhavã” – porque foram criados no palácio de Palhavã, atualmente ocupado pela embaixada de Espanha, em Lisboa. António, Gaspar e José de Bragança. Seguiram a vida religiosa e o último, filho da conhecida freira de Odivelas, Madre Paula, chegou a inquisidor-mor do reino. Dois deles repousam na igreja de São Vicente de Fora, em Lisboa, à parte do espaço dedicado a panteão dos Bragança, assim como que a lembrar que, embora legitimados pelo pai, não eram bem membros da família. Bastardos para a eternidade, portanto.

Mas isso é outra história…

 

 

Fontes

Collecção da legislação antiga e moderna do reino de Portugal Parte II da legislação moderna – Collecção chronologica de Leis extravagantes, posteriores à nova compilação das ordenações do reino, publicadas em 1603 – Tom II de LL., ALVV., etc – Que compreende os reinados dos senhores D. Affonso VI, D. Pedro II e D. João V – Coimbra, na Real Imprensa da Universidade, 1819 https://books.google.es/books?id=SK9RAAAAcAAJ&printsec=frontcover&hl=pt-PT&source=gbs_ge_summary_r&cad=0#v=onepage&q&f=false

https://www.infopedia.pt/$d.-joao-v

https://www.publico.pt/2013/04/21/jornal/eles-eram-os-meninos-de-palhava-26373863

https://pt.wikipedia.org/wiki/João_V_de_Portugal

http://www.museudelisboa.pt/pecas/detalhe/news/retrato-de-d-joao-v.html

https://www.bing.com/images/search?view=detailV2&ccid=NgBZILDq&id=0185C6E618CB122BADCDF0C57569FE68290FF10D&thid=OIP.NgBZILDqZ2e95qMPpK_4DgEsDW&q=pante%c3%a3o+dos+bragan%c3%a7a&simid=608026560623804487&selectedindex=10&first=1

 

 

 

20 responses to “O rei que amava freiras, proibiu a sua vinda para o País”

  1. Será que é a mesma Anna de Austria que estão a falar, filha de Leopoldo I da Austria ? Então repare nisto, a Anna casou em 1689 com Louis XIII e é a mãe do famoso Louis XIV, deixo vós cartas originais. O João V nasceu em 1689 no mesmo anno que casou a Anna. Les amours d’Anne d’Autriche, épouse de Louis XIII. Pierre Le Noble – 1693 Lettres Patentes portant don à Anne d’Austriche Reine de France, des Duché de Bourbonnois , Comtez de Forests , de la Haute & Basse Marche, des Duché & Comté d’Auvergne, de la Baronnie de la Tour, & du Duché de Bretagne , pour en joüir par elle , pour ses deniers dotaux & son doiiaire. A Paris le 12 Octobre 1643. Reg. au Parl, le 11 Février , & en la Ch. des Comptes le 14 Mars 1644.1 Vol. des Ord. de Loiiis XIV cotté 3 H fol. 124.O Joãozinho V casou com uma Senhora Fez de Marrocos e tenho provas e cartas1742 – ‎Buhazon König zu Fez war aus dem stamme der Merinis Oaas, Könige dieseslandes und kam durch seine klugheit … Allein weil dieser mit andern geschäfften überjet war, konnte er ihm nicht nach wunsch helffen, so daß Ä mit dem Könige Johanne von Portugal einen traÄ so, welcher ihm … Bukowski eine alte adeliche und nunmehro Freyherrliche familie in Böhmen und Mähren führet von ihrem alten .. Buhazon V dominante cm Féz ad- ▽ertiodo prudente, que falto da repu- ^i;a6 do. …… elle tratou negócios da maior Importância , eotrtf outros o cafamento do Príncifíe D Joaô^ com fua iiiha, a Princesa D.Joanna^ qtie elie conduzio a Portugal Beschreibung von Fez und Marocco. (Addison. Description de Fez et du Maroc.) Nürnberg. 2 vol. in-12. 1672GASPAR ex seremijfima BENEMERINI Familia, vigefimus fecundus in Africa Rex, dum contra Tyrannos a Catholico Rege arma rogat auxiliaria, fiber effe&us a tyrannide Machometi,sepulchrum hoc GASPARIS BENEMERINI, Infantis de Fez, & cius familiaEste era avó da princesa de Fez que casou com Joaozinho V e ainda falta o melhor, o Pedro II pai de João V, João IV avô de João V, era filho Philippe IV da Bélgica com Catharina de Bragança e o Philippe IV da Bélgica tem um sobrenome que em Portugal, apagaram, esconderam. Mas eu descobri toda a verdade. Archiducis Alberti Pj Felgarum Principit. Antver. typis Plantin. 1622.4.; Bergue S.J^immoch, Felgarum & Belgicâ

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  2. Todas as suas fontes que tem, não tem rigorosamente nada e gostaria que tivesse habilidade em postar dados de 1670, 1689, 1693, 1703 como eu tenhoO Leopoldo I da Austria ter pedido ao João V para interceder a favor deste por causa dos conflitos em Marrocos e possuo cartas disto e além disso tenho cartas em latim como isto, que Joannes V de Portugal é padrinho de alguma coisa, não será garantidamente de seu casamento com a filha deste, não.Obelifcus tertius, interior à dextris, in utraque baiis parte dedicatoriam infcriptionem, ex praelixo operis titulo compendiofarn oliendit,fub hoc fchemate: l LEOPOLDO Arabi-Duet* Äußria, Principi .fi/taria, ab anVstlsslMls Inter se Def ponfatls CaroLo, öcßLlfabethaA Anna casou com Louis XIII em 1689O João V nasceu em 1689O Leopoldo da Austria fez o João V de padrinho ou patrinus Jesuits (BOHEMIA) – 1716… illud fubfcriptum legitur: Dat Luna pedalia Canis, Nempe Luna C_ornuta; qualis tunc etat, ycrgens yin quadrantcm ultimum. ‘ I Ех latere dextero, in tabula tertia, repraelentatur lDivus Joannes Bap.. fille Cum iîlpcrvolanießcro Ею awww: ,deve ..Augustales cunæ serenissimi archi-ducis Austriæ … Leopoldi Joannis …Baptjllgc Rex Portugalliae Joannes V. idem Sereniflimi Neo-Nati Patrinus, de Huumè manu lava. fchedialina tenens cum infcr’iptis Nominibus BaptizatiAmp/ius aurate mite/feet pelïus ab Agne. Ех latere Витю, in tabula tertìa, fp_eéiantur Imperator@ Außl’lßci; quosiuserglorioñllmiœ memoria: LEQPQLDLIS, l.

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    1. Agradeço os comentários. Eu uso as fontes que encontro e me parecem fiáveis. Os temas, são o que vou encontrando e me suscitam curiosidade e interesse. Não tenho a pretensão de fazer história, só de fazer o melhor possível. Obrigada.

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      1. Relativo às mulheres do João V, ele teve casos com mulheres, mas não se pode aplicar só a ele, todos os réis tiveram este problema de espalhar a semente, a Igreja também o fazia e quando falam dos filhos bastardos não é só dos réis, não. A Igreja, juntamente com a nobreza tinham filhos bastardos, com o significado fora do casamento, mas podia existir ligação de sangue.Em Portugal, existiu dois filhos ilegítimos do Rei D. João VI que usurparam a coroa, o primeiro foi Miguel e o segundo o Pedro do Brasil. E quando digo isto eu possuo provas, de 1833, 1834 a provar o Adultero do Miguel, não tinha sangue de João VI, jaz a prova e de hoje no tempo da genética a comprovar. Nas Cortes de Lamego de 1145 já se dizia que tinha que sangue paterno é que manda e não tinham formas de genética como hoje temos, não tinham, mas eram certeiros.Prova 1″e o Sr. Infante D. Miguel sem esperança de victoria não deixa de assolar a terra, que ainda possue. Vossa Magestade Imperial tem dado a escolher aos que seguem o partido do usurpador, o perdão, ou o castigo. Com o Chefe d’esse partido tem Vossa Magestade Imperial declarado que não transigirá jámais, por ser contra a Sua Honra, e contra a dignidade da Nação. Porém, Senhor, a Honra de Vossa Magestade, e a dignidade da Nação ainda requerem mais, e Vossa Magestade Imperial não póde deixar de ouvir as suas vozes, quando mesmo estas sejam contrarias ás do sangue.” “Decretar o seguinte: Art. unico. O Infante D. Miguel, Usurpador da Coroa da Rainha, é pelo presente Decreto destituido, e exauthorado de todas as honras, prerogativas, privilegios, isempções, e regalias, que na qualidade, e pelo título d’Infante lhe pertenciam, e não poderá ser mais tratado, ou nomeado tal nestes Reinos. Os mesmos Ministros, e Secretarios d’Estado assim o tenham entendido, e façam executar. Palacio das Necessidades, em dezoito de Março de mil oitocentos e trinta e quatro. — D. PEDRO, DuauE DE BRAGANÇA. — Joaquim Antonio d’Aguiar. —Jose da Silva Carvalho. —Agostinho José Freire, — Francisco Simões Margiochi.”Prova 2 – Isto é relativo ao Brasil e tenho outra agência gov a confirmar que os bourbons não são nada à realeza Francesa e são Turcos, caucasianos.iGENEA, Re: (TID: 224251) Dear Mr. ,thank you for your message.The male lineage of the House of Bourbon and the House of Braganza are not the same.João of Orléans-Braganza is not from a male Braganza lineage but from the House of Orleans (which is a male lineage of the House of Bourbon).Therefore, the male Braganza lineage was another Y-DNA profile than the male Bourbon lineage. Prova 3 – #342412 | AQF | 13 Fev 2014 19:58 – Duvidas do Duarte PioÉ sabido que o ADN de D. Duarte III Pio de Bragança já foi estudado quer em Espanha (Prof. Lorente no processo do Colombo) quer em Portugal (GenoMed/AGP) e que qualitativamente confirma a origem Caucasiana e similitude com outras casas reais europeias, embora não se conheçam publicamente os resultados quantitativos, pelo que à dúvida não fica cabalmente esclarecida. Esperemos que quem de direito o possa fazer brevemente.Portanto esta gente quer ser duques e príncipes na Republica sem uma gota de sangue do meu sangue Rb1 U106 Z305+ , podem no ser na Republica, as crianças podem todas sonhar não tem mal nenhum e faz bem sonhar. Agora usurparem o que não é deles, isto é outra conversa.

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  3. Na monarquia todos os réis (com excepção de Miguel I e Pedro do brasil) tem este ADN Rb1 U106 Z305+, o João IV de Portugal de Inglaterra era filho de Filipe IV da Bélgica com Catharina de Bragança, na qual nasceu o meu 10 avó paterno, trago em latim que ninguém tem isto caros Senhores. O meu sobrenome Walgario ou Felgarum ou Thuringia ou Duens é tudo igual.Prova 4Gallia Otto Walgarium rebcllem damnat Ltigduni.” Deinde omnibtu primoribui,qitituncibi adera ш, adtudicantibus, eundem Walgarium decollare iujjtt, eo quod in contient» publico contra regem & dominum Jüum gladium euaginajfet. Idem Regina Sc Annales Metenfes anno 894 notant: Perid’ tempusHildegardüfiliaLudouici Regtétfratrù Carolomanni & Caroli, à quibusdam coram Arnolfo accttfata, regiis Prova 5Archiducis Alberti Felgarum Principit. Antver. typis Plantin. 1622. 4. De Linteis fepulcralibus Chrifti Servatoris crifis hißorica. Ihid. 1624.4. Portu Iccius Iulij Cæfarü demonßratus. Ibid. & Madriti, 1626. 4. Infignia gentilitia Equitum Ord. Velleri, …Prova 6Thoringorum, ideft non longé à Rheno Thoringorum & Felgarum termino conftitutum; his Antverpiæ permissum, nec ultra, redire ad fuos ritus , dum commune Belgarum fàcramentum pro novo imperio dicerent. Omnia publice gaudii figna, & ipfe non abfurdus vultu comitatem, fermione Felgarum gratiam præferre: fed nobilium qui fupererant tacite indi: gnabantur, refpicere coaéti in Burgundionum folio principem gentis diu inimicæ : mutatum fcilicet dominum, ut pj,illi BelgisProva 7PHILIPPO IV. quod non tantas haberet vires, ut vel fubditos rebelles frangere poffet. Hac opportunitate ufi Lufitani A. 1 64o. die 1. Decembris excuffo Hifpanorum jugo JoANNEM IV. Ducem Bragantiæ fibi Regem elegere. Galli in Belgio, Angli in Indiis ex ruinis MonarchiæProva 8Maria II (1819-1853) – => H (mtDNA)Pedro V (1837-1861) – => H (mtDNA) R1b-U106 (Z305+) (Y-DNA)Luís I (1838-1889) – => H (mtDNA) R1b-U106 (Z305+) (Y-DNA)Carlos I (1863-1908) – => R1b-U106 (Z305+) (Y-DNA)Manuel II (1889-1932) – => R1b-U106 (Z305+) (Y-DNA)No caso do Y-DNA, o haplogrupo indicado é idêntico ao dos reis da Bélgica, já que o pai de D. Pedro V, Rei D. Fernando II, era descendente por varonia do pai do Rei Leopoldo I, Franz Friedrich Anton, Herzog von Sachsen-Coburg-Saalfeld.Leopold I (1790 1865)- => H (mtDNA) R1b-U106 (Z305+) (Y-DNA)O papão não foi só o Joãozinho V que gostava de freiras, isto até é um insulto, foi tudo criado na Republica e o povo acredita. É um insulto para as freiras, para Igreja e para os Réis portugueses, a ideologia é muito diferente e precisam de deitar abaixo a monarquia. Não é assim que se fazem as coisas, quer se a verdade com registos da época com datas de 1745, 1716, 1706, 1689 com registos, não se inventa nada, é preciso provar e estou aqui a defender o que é meu, defender a minha Honra do Rei. Este foi meu 8 avó paterno casado com Joanna Mathilda Ferz ou Fez GASPAR ex seremijfima BENEMERINI Familia, vigefimus fecundus in Africa Rex, dum contra Tyrannos a Catholico Rege arma rogat auxiliaria, fiber effe&us a tyrannide Machometi,sepulchrum hoc GASPARIS BENEMERINI, Infantis de Fez, & cius familia. Beschreibung von Fez und Marocco. (Addison. Description de Fez et du Maroc.) Nürnberg. 2 vol. in-12. 1672.

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  4. Sr. CV, vou lhe postar alguns forais de Portugal e Alemanha, com o sobrenome que me assiste e repare nisto e aqui somos casales, e as casas Martins, Gomes. Vimario ou Vimariae ou Vimarana, também são família. Item mando filiis et filiabus Petri Martini et Marie Gomecii illas meas domos in quibus nunc ipsi habitant et casale meum de Felgariis in quo nunc moratur …ecclesiam Bracarensem duos casales in Ordiales scilicet illud casale ubi domos in quibus nunc ipsi habitant et casale meum de Felgariis in quo nunc.Vimarae alius ex eadem familia fucceffor eft datus, cuius nomen memoriae proditum non eft (Ifquariam nonnulli codices habent fufpicor falfò).Is duobus confanguineis, nihilo fànior cüm effèt, Regis iuflù carceri eft mancipatus. Vimara fuffeus vita fimili,fiue cafu,fi- Regno Francorum vfq; in septimam generationem, E. ue proditione in flumine Minio periit.Vimarae Domini Regis Portugalie , et Comitis Bolonie, de inter Dorium et Tamegam , Johannes Stephani Miles de Santarem, et Pelagius Suerii frater Ecclesiole, et Petrus Martini Viminarius, et Aprilis Johannis, vicini de Vimaranes, et Johannes Dominici , et Stephanus Suerii, Scribani Domini regis; aliam hereditatem in Viminario; Romanariam unam grangiam cum duabus casalibus ; et in loco qui dicitur Felgar unam hereditatem cum uno casale et in Tougia unam quarelam Edovard de Portugal deuxiefme du nom Duc de Vimarana, filho de princeffe Isabel de Portugal com Rei D. Manuel I, de la Maifon de PortugalEdouard de Portugal qui espousa Isabeau fille de Iacques Duc de Bragance, de laquelle il eut un fils & deux filles,asçauoir Edouard de Portugal Duc de Vimarana Connestable de Portugal,mort sans hoirs. Marie de Portugal femme d’Alexandre Farnese Duc de Parme. Et Catherine de Portugal mariée à Iean de Portugal Duc de BraganceElle eut pour frère Edouard Duc de Vimarana oude Guimarcns Connestable de Portugal, St pour íeeur Catcrinc Duchesse de Bragance ayeule de Ican I V. Roy de PortugalPortenses severioris, pietatis odium, *) Recessus ille, quo d. 17 Oct. 1112. Reditns scholae Portensis Duci Vimariae in 12 annos venditi erant, 17 post annum 1722 prolongatus est usque ad Festum S. Michaël. 1733. GuIMARANES, Latein. Vimario nicht weit von Braga, ist ein HerzogthHENRIco AUGvsTo Schotto. me loqui in his quae poftremo loco dixi, facile intelligitis, Commilitones: cui quare CARoLUM AUGUSTUM BoETTiGERUM, Vimariae, olim fcholaftico munere functum, Dresdae nuper vita defunctum, adiungam, fi ad res noftras animum advortatis, non mirabimini. Tanta enim inter academiam Ienenfem et civitatem Vimarienfem intercedit neceffitudo, non, folum per aequalem optimi Principis favorem, verum etiam propter communia litterarum et artium ftudia, ut quae Vimariae hoc in genere contingunt bona, magnam illorum partem nobis vindicemus, et qui illic eruditione et doctrina , excelluerunt, iidem viri laudem fuam et auctoritatem femper nobiscum communicarint. In his autem fecundum quatuor illos fummos viros, qui imperante et adiuvante, Divo Carolo Augufio, non Vimariam, non Saxoniam, fed univerfam Germaniam nominis In pacto Regem Borussiae inter et Magnum Ducem Vimariae (Weimar) inito Parisiis d. 22 Sept. a. 1815 Magnus Dux Vimario-Saxoniae obligationem in se suscepit sinendi, ut Borussia, si hoc e re sua esse existimet, navigabiles reddat fluvios Unstrut et Geram etiam quatenus Ducatum Vimanensem perfluant. Neque hanc navigationem Dux portoriis onerabit, neque etiam ipsam impediet ratione subditorum Regis Borussici.

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  5. Agora os forais de França e veja quem é o sucessor da casa de Valois por Philippe Augustus Rex, o sucessor e tenho outros registos como filhos de Dauphin de Viennois, Savoie, e irmão a Berengario.Prioris tranfaéîionis confirmatio. Nno a Nativitate Chrifli M c x c 1 x. regnantePhilippo rege Francorum, ego Bcrengarius abbas Villæ-magnae per me & per omnes meos fucceffores, & ego Ramundus de Grazelis, & ego Bcrnardus de Brazill, & ego Guillelinus Marescots, & ego Aimericus de Labroca, & ego Sicardus Aimerici , & ego Guillelmus Coftauz, & ego Petrus Morgues, & ego Guiraudus Tolzanus, & ego Guilielmus de Vilaiglino, & ego Ramundus Malerius, & ego Ugo de Born, & ego Stephanus Maurelli, & ego Johannes Rafeire, nos omnes fupra fcripti per nos & per omnes homines & populum Villæ-magnae communi confilio, & voluntate damus, laudamus, & concedimus tibi Salomoni de Felgariis & tuis in perpetuum, ut omnia quae debcnt dare guifàticum, fecundum quod ex altera parte hujus inftrumenti continetur, tranfeuntia ex hac die inantea in eundo five veniendo per caftrum de Altiniaco & infra rivum de Tauron, ficuti ipfè rivus includit vcrfus orientem ab………. propinquorum, eft dc caflro Altiniaco, defcendendo ufque in ffumen Orbi & ufque ad Biterrim, & tranfèuntia infra caftrum de Caucio, & ejus terminia, ficuti caminus, qui indc afccndit verfus Villam-magnam, includit verfus occidentem , tranfeant per caftrum de Felgariis, & donent guifàticum quod ftatutum eft ex altcra parte hujus chartae. Sed quaelibet transeuntia per terminium Caucionojoh vel Cabrairole, vcl etiam per caftrum dc AutiniacoCharta qua Berengarius abbas Villae-magnae, Ramundus de Graselio et alii plures, pro se et populo Villae-magnae conveniunt de solvendis Salmoni de Felgariis, pro rebus transeuntibus per castrum de Altiniaco; et de usatico solvendo pro rebus ductis ad Villam-magnam et infra castrum de Felgariis. Anno a Nativitate Christi Mcxcix, regnante Philippo rege Francorum Acta sunt kaic in curid domini abbatis, sub ix idus Januarii.A vida quer se simples, sem títulos e sem arte para enganar outros, na genealogia, de inventar situações, eu sei o que sou e todas as pessoas que nós enganam na História, não voltam a entrar na Monarquia em Portugal e isso eu garanto. Vou dar mais importância a honestidade, verdade, palavra e humildade. Talvez as pessoas que nunca foram nada para com o Reino de Portugal, talvez essas sejam a próxima nobreza, o resto dos nomes que nós vemos por ai, irão deixar de existir aquando da monarquia.

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    1. Muito obrigada pela partilha, João.

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      1. Obrigado eu, para deixar publicar a verdade com dados credíveis, e o D. João V e D. Manuel II agradecem lhe a si e à sua família Vargas. Hoje na republica podemos ter duques, essa gentalha na monarquia tem os dias contados, pela lei de 1706 e 1834. Todos os que os apoiarem esta gentalha de nariz empinado, vão com ele para outro lado, e o importante nesta vida para esta gente, CV, são os títulos e património. Ley de 1706 – Usurpação de nomes – A metade deta Freguefia he Couto privilegiado de Nofa Senhora da Oliveira, com Juiz ordinario no Civel, a quem vem efcrever hum dos Efcrivaens de Guimaraens, donde he o crimeLey de 1834 – Decretar o seguinte: Art. unico. O Infante D. Miguel, Usurpador da Coroa da Rainha, é pelo presente Decreto destituido, e exauthorado de todas as honras, prerogativas, privilegios, isempções, e regalias, que na qualidade, e pelo título d’Infante lhe pertenciam, e não poderá ser mais tratado, ou nomeado tal nestes Reinos. Os mesmos Ministros, e Secretarios d’Estado assim o tenham entendido, e façam executar. Palacio das Necessidades, em dezoito de Março de mil oitocentos e trinta e quatro. — D. PEDRO, DuauE DE BRAGANÇA. — Joaquim Antonio d’Aguiar. —Jose da Silva Carvalho. —Agostinho José Freire, — Francisco Simões Margiochi.Obrigado, Senhora Cristina Vargas

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  6. Então vamos ao caso das Freiras e qual a família que desgraçou o Reino de Portugal, em desrespeito pelos organismos e famílias. Os Eça e os Abreu, ninguém fala nesta gente, porquê ? e atiram areia para os olhos, com o Rei João V. Neste artigo revelamos as relações proibidas entre a família de Eça (descendente de Inês de Castro e D. Pedro I) e a família Abreu, que levaram o rei D. João III ao desespero.”Foi característico o porte desregrado das senhoras das primeiras gerações dos Eças (…)” revela o autor Braancamp Freire na obra “Os Brasões de Sintra”, a propósito do comportamento das filhas e da neta de D.Fernando de Eça, nos mosteiros onde residiam. Curiosamente, irmãs e sobrinha tiveram relacionamentos com homens da poderosa família Abreu (mais concretamente com Pedro Gomes de Abreu, e alguns dos seus sobrinhos).No Mosteiro de Lorvão, a famosa abadessa D. Catarina de Eça envolveu-se com Pedro Gomes de Abreu; a sua sobrinha, que também foi abadessa do Lorvão (e do Val de Madeiros), D. Filipa de Eça, teve um caso com João Gomes Abreu.No Mosteiro de Celas (Coimbra), o romance entre a abadessa, D.Beatriz, e o Bispo de Viseu, D. João de Abreu, resultou em 3 filhos: Luís Gomes de Abreu, Pedro Gomes de Abreu e Diogo Gomes de Abreu.Também em Celas, D. Joana de Eça, abadessa, teve uma relação com o irmão de João Gomes Abreu, Vasco Gomes de Abreu.O rebuliço no Mosteiro de Lorvão tornou-se tão grande que o rei D. João III, incomodado com o tema, acabou por redigir uma carta a 31 de agosto de 1543 destinada ao embaixador português no estado papal.Nesse documento solicitou auxílio para encontrar uma forma de terminar com as atitudes menos próprias das Eças do Mosteiro de Lorvão.Fernando de Portugal d’ Eça: A origem da polémica vida emocional dos EçaA história de devassidão terá começado com o Senhor de Eça, Fernando de Eça, pai das abadessas Catarina d’ Eça, Beatriz d’ Eça, e Joana d’ Eça, avô de Joana de Eça, filho de João de Portugal, e Maria Telles, e neto (pela via paterna) de Pedro I e Inês de Castro.Braancamp Freire refere no livro “Brasões da Sala de Sintra”, que foi “criado ao desamparo, sem pai, nem mãe, nem quem por ele realmente se interessasse, saiu um devasso acabado. O seu fraco era casar e com o maior desassombro o fazia, chegando ao ponto de ter às vezes três ou quatro mulheres vivas. Então, filhos, isso era um nunca mais acabar. Quarenta e dois lhe assinam os nobiliários!” Que se saiba, foi casado com 6 mulheres.Na fase final da sua vida, Fernando d’ Eça vivia com a consciência pesada devido ao estilo de vida que tinha levado durante tantos anos.Bispo João Gomes de Abreu: as relações e os filhos.O Bispo de João, que foi responsável pela fundação dos Paços do Bispos de Viseu, para além da já referida relação que teve com Beatriz de Eça, teve ainda outros casos/ descendentes:Com Isabel Gonçalves: Jorge de Abreu e Leonor de Abreu.Com D. Isabel de Soutomaior: Gil Fernandes de Abreu.Com Maria Vaz: Fernão Rodrigues de Abreu (ou Fernão Gomes de Abreu),E depois atiram para os Reis que este tiveram freiras, que tristeza de gente que inventam mentiras e nem as provam. Aqui deixei registos, existem provas da época a confirmar os enganos e violações por parte das ditas famílias. Isto ninguém fala !

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    1. Sim, senhor, que gente tão séria! pois, pelos vistos há quem fale também desses devasso, caso contrário não o teria transcrito aqui. Obrigada!

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  7. Relativo ao filhos de Palhavã eu faço um desafio aos demais, postem aqui os nomes dos bastardos dos Reis Portugueses com registos da época de 1750, 1725, 1700, 1689, 1600 e 1500, como eu já postei alguns bastardos da Igreja Católica Romana e Apostólica.Fico aguardar pelas provas que atiram para o ar isto são dados da República, na monarquia encontro filhos de palhavã da Igreja Católica, não dos Senhores Réis de Portugal. Mas fico aguardar pela vossa certeza absoluta sobre referido Tema.

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  8. Olá, Senhora Cristiana VargasVou lhe deixar algo, para certos indivíduos querem serem réis em Portugal e em Espanha, é mesmo obrigatório ter Sobrenome e ADN. Isto são trechos de livrosO Frederico IV Imperador da Austria, Espanha e Bélgica, foi meu 13 avô paterno; l’Empereur Fréderic IV. étant mort à Lintz en 1493. Maximilien lui succéda à la dignité Impériale, & fe remaria à Blanche Marie ; Marie de Bourgogne fa fille époufa la même année du décès de fon pere, Maximilien d’Autriche, fils de l’Empereur Frédéric IV. & d’Eléonore fille d’Edoüard Roi de Portugal.Princeps serenissimus, CARoLvs FRiDERicvs, magistratum Academiae: novo nobiscum et sanctiore necessitudinis vinculo coniungio voluit. Peracta est hesterno die Vimariae Edovard de Portugal deuxiefme du nom Duc de Vimarana, filho de princeffe Isabel de Portugal com Rei D. Manuel I, de la Maifon de PortugalMaximilian I da Austria, Belgica, França por Bourgonha e Espanha foi o meu 12 avô paterno, casou com Marie de Bourgonha, filha de Rei de França Louis XI; Este da casa de Bourgonha tem o sobrenome da casa de Valois igual a Felgarum.Felgarum §. XII, Omnes illi Principatus deinceps fingulis: £e&iones, parebant Principibus. Sed feculo labente XV. magna ex parte per Pacta, per Nuptias, aliosque Donminii transferendi titulos, post mortem c A R o LI Burgundici , a. I477. per filiam unicam MARIAM, MAXIMILIAN o Archiduci Aufbriaco honori Ferdinardi Auftriaci Felgarum Gubernatoris à S. P. Q. Antuerpienfi decreta , & adornata cum figuris & iconibus, à P P. Rubenio ,delineatis, & commentario Cafperii Gevartii. Antuerpiæ, à Tulden, 1641. in-fol. atl. v. Exemplaire très beau , avec le portrait de l’Infant Ferdinand à cheval & en bufte Filipe II de Espanha é também foi Philippe IV da Bélgica meu 11 avô paterno, casou com Catharina de Bragança, tiveram dois filhos, João IV de Bragantiam e Carlos II de Espanha. Philippe IV da Bélgica é irmão a Albertus Felgarum archiducis Austriaco. E o ADN é Rb1 U106 Z305+. Não existe mais nenhuma família com o ADN para ascender à Coroa Espanhola, Portuguesa e respeitar os Reis Católicos.Catharina Ducifîà Bragantiæ , ejus dem Eduardi filia , & Philippus Rex Caftellæ Elizabethæ filiüs.; A Philippo IV. (PhiIippi II. qui armis regno potitus eft, nepote) Lufitani regiminis Caftellani pertaefi, defcifcentes, Iohannem Bragantiæ Ducem,Theodofiifilium, & Catharinæ nepotem ad regnum promoverunt: Caftellani id ut in juftè, & nequiter fàum incufànt: Quod non folum jure fànguinis, fed juftae vitoriæ, Philippüs II.Vimarano Domina Confianda Brigantie Dux, Alphonfirxor, vt Santia coliturad S. Francificamobium.d. Anno 1582. faleceo em Lisboa fua O meu 10 avô paterno era João IV de Portugal, teve dois filhos, Afonso VI e Pedro II de Portugal. Quando Carlos II de Espanha faleceu sem herdeiros directos, devia ter passado para Pedro II de Portugal o meu 9 avô paterno.Elle eut pour frère Edouard Duc de Vimarana oude Guimarcns Connestable de Portugal, St pour íeeur Catcrinc Duchesse de Bragance ayeule de Jean IV. Roy de Portugal a) Ferendum id fuit PHILIPPO IV. quod non tantas haberet vires, ut vel fubditos rebelles frangere poffet. Hac opportunitate ufi Lufitani A. 164o. die 1. Decembris excuffo Hifpanorum jugo JoANNEM IV. Ducem Bragantiæ fibi Regem elegere. Galli in Belgio, Angli in Indiis ex ruinis Monarchiæ hifpanicæ fuas opes, ditionesque auxere. Sicad ruinam impulfa Monarchia HifpaniCá A. 1665. die 17. Septembris ex hac vita deceffit PHILIPPUS IV. Rexb) honori Ferdinardi Auftriaci Felgarum Gubernatoris à S. P. Q. Antuerpienfi decreta , & adornata cum figuris & iconibus, à P P. Rubenio ,delineatis, & commentario Cafperii Gevartii. Antuerpiæ, à Tulden, 1641. in-fol. atl. v. Exemplaire très beau , avec le portrait de l’Infant Ferdinand à cheval & en bufte c) Archiducis Alberti Pj Felgarum Principit. Antvertypis Plantin. 1622.4.; Bergue S.immoch, Felgarum & BelgicaO que as pessoas fazem para ter o que não deles, nem por sobrenome, nem uma gota de ADN. Mas é o Portugal que temos, a Republica que permite tal situação.

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    1. Caro João, agradeço o testemunho. Parece que o seu 9o avô paterno, que tinha sobrenome e ADN, também foi obter algo que pertencia ao irmão. Talvez tivesse sido o melhor para o país, mas não foi bonito. Obrigada.

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      1. Não entendi, o 9 avô paterno teve um dos irmãos, o Afonso VI e deste que se deve estar a referir, mas não sei a que história de D. Pedro II fez ao irmão. Desconheço se me elucidar , este o Pedro II era para ter direito sucessório sobre Espanha por sangue, tal seja isto que se refere !DelRey D. Pedro II do nome, Vigesimo Rey dt Ported, domado Pacifico , e defeu governo, em quant Prnape Bfgettte.FOy o Infante D. Pedro tefceirfr filhodelRerD. Joao o IV. Nasceo em Llsbba a 16 de Abril de 1648, compoZ-lhe leu Pay decentd estado, dando-lhe com outras terras o Ducado dc Beji Deposto do Throno por justissimas caufas JLlR.eyseaImu6, soy jurado Principe Regente em 17 de Janeiro de 1660.No primeiro de Novembro de 1700 monco « Madrid sem suecessaõ Carlos II de Espanha, òm«àc nomeado em seu Testamento por Successor de seus Eâidos a Fílippe de Franqa, Duque de Anjou, seu Sobnnho, Neto do Grande Luiz XIV. Tinha neíle tempo £íRcy D. Pedro feito hum Tratado de Alvanq* offetvswji, c defensiva com Franqa, e Espanha; porém seguindo c: o partido da Casa de Austria , fez outro Tratado fetv ihante com os Aliados inimigos daquellas duas Cotw mostrando os interesses deste Reino inspirados pelos ministros de Alemanha, Inglaterra, e Olanda, quanto, era conveniente a amizade daqueíla Augustiííimj Casa, tempo, que tinha assustado de tal sorte 2 roda Europi o Testamento de Carlos II, que cada hum de seus Piiacipes considerava, a quem seguiria para a cot\ícnaca5 &c seus Estados.Reclamou Leopoldo I o dito Testamento corst mayor parte dos Príncipes do Império, fazendo bumfa ostensiva , a que chamára6 da Grande yíliaaça , coi nglaterra, e Olanda, em que entrou depoisSaberá metterem de posse da Coroa de Espanha ao Ar. que Cario*, coroando-o ao mesmo tempo cm Vienna R daquelles Reinos, e elegendo a Portugal para rheátx> ta formidável disputa. Obrigou-se EIRey D. Pedro Agora não sei qual foi a história a que se refere.

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      2. Aqui entra em cena o Leopoldo I da Austria pediu ao D. João V que ele o ajudasse em numa situação que fosse padrinho para resolver uma disputa em Fez, agora registos.Registo 1Augustales cunæ serenissimi archi-ducis Austriæ … Leopoldi Joannis …Baptjllgc Rex Portugalliae Joannes V. idem Sereniflimi Neo-Nati Patrinus, de Huumè manu lava. fchedialina tenens cum infcr’iptis Nominibus BaptizatiRegisto 2 – Deve se referir a isto, imagino !Huic fucçellit Alphonfus VI. mortuus anno 1683. atque Alphonfo Petrus II. qui e vivis migra, vit anno 1706, V. Idus Decembris ( 1 )Registo 3 – relativo às guerras com Fez e do casamento do Infante João com a filha de Buhazon VLetra do século xvu.OUTRA que o Grão Turco, Mahomet, escreveu ao Imperador Leopoldo declarando-lhe guerra. Andronopla, 20 de fevereiro de 1683.RESPOSTA do Imperador. Sem data. Cod. —íí— a fl. 2—i6Ambas por copia de letra do século xvm.CARTA de El-Rey de Mequinez a D. Pedro II, para lhe dar Mazagâo e um mouro, em 1690. Cod. ——— a pac. 467. 8 pasiaas, 4.° 1—18 l ° l °’ Copia (cm hespanhot). OUTRA do mesmo para o mesmo em 13 de outubro de 1706. Cod. —— a fl. 885. Cod. —— a fl. 888. 1—s 1—6 Anda impressa na Historia geneatogica, tumo 5.° das Provas, a pag. 81.OUTRA do mesmo para D. Joào V.Versão portugueza em certidão passada por Vicente Francisco Cardoso, escrivão do Resgate Geral de Mequinez, em 26 de janeiro de 1729.Cod. N.° 8. 1—8RESPOSTA que o Imperador de Marrocos mandou ao governador de Mazagão (traduzida pelo alcaide de Azamor).Feita a 29 da Lua d’Agosto de 1088 da Egira (1677 de Christo).Cod. a fl. 871. 1—8Copia de letra do século xvn. CARTA que o Imperador de Marrocos Muley Amet escreveu a D. João V. RESPOSTA de D. Joào V.Cod. a fl. 887 V. 1—8 Copias de letra do sécuto xvm.CARTA do Imperador de Marrocos a D. Joào V. Safer anno 1120 da Hegira (1708 de Christo). Deixo lhe alguns exemplos dos livros, dos assuntos que trago, como podia mencionar de Nuremberg a D. Pedro II, do casamento de Infante JoãoBeschreibung von Fez und Marocco. (Addison. Description de Fez et du Maroc.) Nürnberg. 2 vol. in-12. 1672

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      3. Cara Senhora Cristiana Vargas, a verdade existe, só que está escondida e vou postando alguma coisa para abrir as mentes das pessoas.E na pagina 300, mostra quem sucede a João IV, Pedro II, Joao V e Josephus I de Portugal e não menciona nenhuma Anna d´Austria. HISTORICECCLESIASTICS BREVIARIUM A MÜNDI REPARATIONEKUSQUE AD ANNUM MDССIXPagina 265 temos a Anna casada com Louis XIII pai de Louis XIVAgebat Henricut annum \j. parricida autem die vj. ejufdem mends iffeftus fupp!icio natus erat annorum », Cor Regit ad Collegium Jífuiurum tianslaturn fuit ignus filius Ludovici XIII. & Anna d´ Auftriacae qui obih die I. Septembris anno 1715- In Hifpania poft Philippum III. vita funclumanno 1621, regnarunt Philippus IV. ejus filius ufque ad annum 1665. deinde Carolus II. qui abíijue liberis deceífit Cal. Novembris anno 1700. conftituto tabulis Teftamentariis herede Philippe Borborito duce Andçgavenfi João

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  9. As pessoas, historiadores, perguntam me aonde arranjo isto, estes textos em latim, provas originais, e tudo isto começou com Inglaterra, quando procurava pelo meu sobrenome e Rollo, William I, II, Henry I, II, III, Ricardo, João, Eduardo I, II, III contem o meu sobrenome e nestas pesquisas, a universidade de Oxford, facultaram me registos específicos de cartas de forais de Anjou, Foulque, Engelger com os Réis em questão, a partir daqui descobri tudo.A casa Inglesa casa a Saxe, casa a Portugal, casa a França, casa a Austria e aos Romanov aqui estes também tem o meu sobrenome desde 1221 pela casa dos Czares,, com Hungria, Galiza, Bulgaria.E um dia nesta vida, em sonho ou na realidade, ainda vou ter o que já foi nosso, por ADN, registos, hereditariedade e legitimidade da coroa em Espanha e Portugal, pela Austria e Habsburgos. Tenho o livro da casa da genealogia da casa de Habsburgos original de 1452 paginas. A mentira tem perna curta, as fabricações na secretaria no Estado Novo e na Republica não tem expressão, a verdade ade vir ao de cima e os cidadãos portugueses, são muito inteligentes.

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  10. Existem republicanos que querem passar para a monarquia, compraram títulos da monarquia para as ditas famílias, a um indivíduo que não tem nada, rien, de sangue, de título, de nome e posição e os republicanos que compraram, deviam pedir o dinheiro de volta, é a minha opinião. Se em 1834 o antepassado desse pio, foi expulso por assassinar milhares de portugueses, ser adultéro ao rei d. João VI, não tem sangue original e é mesma coisa que zero. Foi expulso e retirado todas as mordomias que tinha recebido por ser infante por Carlota Joaquina de bourbon, perdeu as insígnias. Passou a ser um cidadão comum como outro qualquer e talvez haja republicanos que tenham mais legitimidade em títulos que o pio. Mas como as pessoas vivem de aparências e é tudo muito giro estas coisas de duques e princesas que adoram sonhar e podem são livres. Na monarquia rege se por direitos e agora dirijo me aos senhores das fundações existentes neste site, peçam o dinheiro de volta é uma opinião só. Prefiro deixar entrar a senhora Cristiana Vargas sem títulos, humilde que pessoas que venham com situações adquiridas como garantidas. Cuidado que eu irei ser o juiz quem entra e quem fica à porta na monarquia. Com registos e ADN. Eu não vivo com dinheiros e esmolas de fundações, nem de ajudas do Estado, eu um dia vou ser Estado neste Portugal pela verdade

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  11. Cara Cristina,Gostei de ler o seu artigo. Agradecido.Sabe-me indicar de onde retirou a imagem do retrato de D. João V ou a sua localização? Obrigado!Diogo Lemos (diogolem1@gmail.com)

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