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O Sal da história

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  • Instantâneos (103): uma varina real ou uma real varina?

    Mascaras brilhantes e sumptuosas não bastavam. A rainha queria brincar ao Carnaval! Almejava circular entre os subditos e passar incógnita por uns escassos momentos que… Read more.

  • Os garanhões do Estado espalhavam “amor” pelo País

      Em meados do século XIX, Portugal decidiu avançar com uma campanha nacional de reprodução, disponibilizando machos que iam de terra em terra fecundar as… Read more.

  • Instantâneos (102): o fado nasceu um dia…  

    “Na amurada dum veleiro, no peito dum marinheiro que, estando triste, cantava”… Mais de meio século, separam esta pintura de Constantino Fernandes e a gravação… Read more.

Alphonse M. Mucha

I did not paint for kings, nor for galleries, but for
my people. This journal is a continuation of that work — an offering to eyes that still hunger for beauty.

The Author

“Ornament is not
excess, but remembrance of nature.”

— Alphonse Mucha

Essays

  • O padre que tinha a mania dos banhos gelados

    Ago 18, 2018
  • O escultor alcacerense que homenageou os outros mas quis passar incógnito

    Ago 14, 2018
  • Ainda…o naufrágio do Ville de Victória

    Ago 9, 2018

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“Se a vida te der limões, não te limites a fazer limonada.”

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